Oswaldo admite que semana pode definir seu futuro no Palmeiras

Palmeiras ainda não venceu no Campeonato Brasileiro e pressão em cima do treinador aumentou

iG Minas Gerais | Folhapress |

Técnico do Palmeiras, Oswaldo de Oliveira, queixou-se da mudança do horário, mas declarou apoio às manifestações -  
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Técnico do Palmeiras, Oswaldo de Oliveira, queixou-se da mudança do horário, mas declarou apoio às manifestações - não necessariamente ao seu conteúdo

O técnico Oswaldo de Oliveira admitiu nesta terça-feira (26) que o começo de Campeonato Brasileiro do Palmeiras está abaixo da expectativa e que esta semana pode ser decisiva para sua permanência no clube. Após ser vice-campeão paulista, o time alviverde somou apenas dois pontos nas três primeiras rodadas do Nacional - empatou em casa com os reservas do Atlético e fora contra o Joinville, além de ter perdido em seu estádio para o Goiás. Os resultados ruins criaram um ambiente de pressão no clube. Alguns conselheiros criticam o trabalho do treinador. Além disso, o diretor de futebol palmeirense, Alexandre Mattos, deu na segunda (25) uma bronca pública no elenco durante treinamento. É com esse clima pesado que o time enfrenta nesta quarta (26) o Asa de Arapiraca, em casa, pela Copa do Brasil, e, no domingo (31), o clássico contra o Corinthians, pelo Brasileiro. Jogos que podem definir o futuro de Oswaldo. "Não deveria ter [possibilidade de demissão]. Nós estamos trabalhando, fazendo o melhor. O desempenho mostra isso. Os resultados não favorecem. O que rege o futebol brasileiro e boa parte do futebol mundial é o resultado. Temos de saber conviver com isso. Não deveria, mas pode ser. Não depende de mim", disse o treinador. Sobre o início ruim no Brasileiro, Oswaldo afirmou que sua expectativa inicial era de conseguir duas vitórias nas três primeiras rodadas e que essa situação negativa "foi difícil de administrar". O técnico ainda lembrou que não conhecia parte dos jogadores que o Palmeiras contratou para esta temporada, mas assumiu a responsabilidade de fazê-los jogar bem é toda dele. "Presidente gastou 45 milhões para montar um elenco. Mattos trabalhou como nunca vi fazer em tempo recorde contratar tantos jogadores. Agora a responsabilidade é minha de montar um time e levar em frente os nossos objetivos."

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