Se tem Ceapa, há carência de pessoal

São desenvolvidos grupos de reflexão e discussão sobre drogas, violência doméstica, meio ambiente e trânsito

iG Minas Gerais | Joana Suarez |

A Ceapa de Belo Horizonte tem hoje apenas 18 funcionários trabalhando no atendimento, encaminhamento, fiscalização e realização de projetos. São, em média, 300 novos casos a cada mês, além de 2.500 em andamento. Até o ano passado, seis estagiários ajudavam no núcleo, mas eles foram dispensados.

São desenvolvidos grupos de reflexão e discussão sobre drogas, violência doméstica, meio ambiente e trânsito. “Eu assistia palestras e participava de atividades sobre drogas. O que aprendi na Ceapa me ajudou a orientar meu filho de 15 anos que já estava entrando nesse mundo. Converso muito com ele. Todo mundo pode escolher, eu escolhi parar”, contou Wagner*, preso fumando maconha.

Serviço. A pena alternativa mais aplicada é a prestação de serviços à comunidade, já que a maioria dos condenados não tem condições de pagar multas. Onde há Ceapas, são realizados também projetos de execuções penais temáticos para que o condenado possa refletir sobre o crime cometido. 

Leia tudo sobre: Clique para inserir palavras chave