Clássicos inquestionáveis retornam ao circuito

Filmes que marcaram época, como “A Doce Vida” e “Morangos Silvestres”, são relançados em digital

iG Minas Gerais |

Clássico. Cena de “A Doce Vida”, de 1960, obra-prima dirigida pelo italiano Federico Fellini
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Clássico. Cena de “A Doce Vida”, de 1960, obra-prima dirigida pelo italiano Federico Fellini

Clássicos inquestionáveis que emocionaram espectadores e deixaram marcas indeléveis na história do cinema irão retornar aos telões brasileiros em cópias restauradas de altíssima qualidade. A iniciativa, batizada de Clássica, é uma parceria entre a produtora Zeta Filmes e a distribuidora FJ Cinesdas, que terá seu lançamento oficial nesta quinta, dia 28, no Rio de Janeiro – e, a partir de julho, chega a várias capitais do país, inclusive Belo Horizonte.

A lista dos primeiros filmes que serão exibidos já dá a deixa da qualidade do que pode está por vir. Do sueco Ingmar Bergman serão exibidos “O Sétimo Selo (1957)” e “Morangos Silvestres (1957)”, duas das mais importantes produções por ele assinadas. O neo-realismo do italiano Federico Fellini aparecem nos títulos “A Doce Vida (1960)” e “8½ (1963)”. Do icônico Pier Paolo Pasolini o evento pinçou o longa “Mamma Roma”, de 1962. A lista prossegue com as produções “Nosferatu – O Vampiro da Noite” (1979) e “Fitzcarraldo” (1982), ambas do alemão Werner Herzog.

Os títulos poderão ser vistos em cópias restauradas, lançadas em formato digital (DCP), que retornam ao circuito comercial. A primeira série com os sete filmes terá lançamento de um título por mês em São Paulo, Rio , Belo Horizonte e outras sete cidades.

Além da potência dos títulos escolhidos, a expertise de ambas empresas no tema leva a apostar no sucesso do projeto. Desde o início de suas atividades, há 40 anos, a FJ Cines mira seus esforços para levar ao público brasileiro as principais produções europeias feitas entre as décadas de 1950 e 1970. Diretores como Federico Fellini, Visconti, Antonioni, Rossellini, Bertolucci, além das grandes comédias de Totó, chegaram às telas brasileiras por meio da exibidora.

Já a Zeta Filmes, os belo-horizontinos conhecem de longa data, especialmente graças ao Indie, um dos principais eventos de cinema da capital mineira – e um dos mais disputados.

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