Ex-diretores tinham dinheiro em Mônaco

Há fichas de abertura de contas com a assinatura de Duque e de Zelada, cópias dos passaportes dos dois e até conta de luz com o endereço de Zelada no Rio

iG Minas Gerais |

Brasília. Documentos enviados à força-tarefa da Lava Jato por autoridades do Principado de Mônaco apontam que o ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque e o ex-diretor da Área Internacional da estatal Jorge Zelada controlavam contas naquele país por meio de empresas constituídas no Panamá, um paraíso fiscal na América Central.

Há fichas de abertura de contas com a assinatura de Duque e de Zelada, cópias dos passaportes dos dois e até conta de luz com o endereço de Zelada no Rio. Atas das empresas que eles abriram no Panamá trazem os nomes dos dois como os operadores das contas bancárias.

Duque está preso desde 16 de março sob acusação de ter transferido para Mônaco € 20 milhões (R$ 67,6 milhões) que tinha na Suíça. Zelada, por sua vez, tem € 12 milhões (R$ 40,6 milhões) bloqueados no mesmo principado.

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