Brasil está longe da tecnologia dos EUA

Nicolelis era um entusiasta do implante cerebral, tal qual os utilizados na pesquisa conduzida por Andersen, mas acabou optando por uma técnica mais simples no Mundial

iG Minas Gerais |

São Paulo. O Brasil ainda está bem atrás dos Estados Unidos no que diz respeito ao estudo de interface cérebro-máquina, de acordo com o neurocientista da Universidade de São Paulo (USP) Koichi Sameshima.

Trabalhando na Universidade Duke, nos Estados Unidos, o brasileiro Miguel Nicolelis é um dos principais pesquisadores nessa área.

O cientista brasileiro tinha como objetivo fazer um jovem se levantar de uma cadeira de rodas, andar e chutar uma bola na abertura da Copa do Mundo de 2014 – o objetivo foi apenas parcialmente atingido.

Nicolelis era um entusiasta do implante cerebral, tal qual os utilizados na pesquisa conduzida por Andersen, mas acabou optando por uma técnica mais simples no Mundial. Procurado pela reportagem, Nicolelis não comentou a pesquisa californiana.

Desafios

Desenvolvimento. Apesar do progresso, a tecnologia ainda tem problemas. O programa de computador deve ser mais rápido para entender os sinais cerebrais, e os implantes devem ser mais duráveis.

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