Justiça nega recurso da Portuguesa e mantém penhora do Canindé

Terreno em que está o estádio servirá para saldar dívidas trabalhistas de mais de R$ 47 mi

iG Minas Gerais | Follhapress |

Interdição ocorre depois da confusão entre a PM e torcedores do Coritiba no último sábado
Site oficial da Portuguesa
Interdição ocorre depois da confusão entre a PM e torcedores do Coritiba no último sábado

O TRT (Tribunal Regional do Trabalho) de São Paulo negou recurso da Portuguesa e manteve a penhora do terreno onde está localizado o Canindé por determinação do juiz Maurício Marchetti após uma ação movida pelo jogador Tiago Barcellos, meia que atuou pelo clube no início dos anos 2000.

Desse modo, o estádio deve ser leiloado. O próximo passo, segundo o tribunal, é o agendamento da data e a forma para a venda do terreno.

De acordo com o TRT, a penhora foi determinada pelo juiz para saldar as dívidas trabalhistas da Portuguesa, que ultrapassam R$ 47 milhões, valor correspondente a sete processos em execução. No recurso apresentado ao juiz, a Lusa alegava excesso na penhora, falhas no laudo pericial que constatou a localização, a dimensão e o valor do terreno.

A ação de Tiago tramita na Justiça desde 2002. A Portuguesa chegou a pagar metade da dívida após um acordo em 2008.

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