Avacoelhada

iG Minas Gerais |

Quando o Coelhãozinho conquistou a Taça BH, ao vencer o Galinho por 3 a 2, Ronne Franks, o Formiga, postou no Fórum da Avacoelhada que os vencedores precisavam e mereciam ser valorizados. Ainda previu que a torcida americana cobraria em 2015: “O que foi feito dos campeões da Taça BH”? O próprio Formiga respondeu: “O mesmo que foi feito com o sub-20 campeão brasileiro de 2011”.  Acrescentou que, para o jogador promovido da base jogar entre os profissionais, ele precisa ser dez vezes melhor que os contratados. Se for só cinco vezes melhor, a preferência será do contratado. Também criticou a falta de metodologia no processo de transição e aproveitamento dos pratas da casa na equipe principal. Aliás, a comissão técnica tem o perfil de utilizar jogador pronto, em vez de assumir a responsabilidade de aprimorar o atleta sub-23 em formação.

A voz da Massa

Saudações alvinegras! Ontem, eu falei com entusiasmo da minha confiança no favoritismo do Galo à conquista deste Brasileirão. Mas, numa prosa com meu mestre e grande amigo Rogério Maurício, ele me lembrou da “janela europeia”, que acontece no meio do ano e pode querer levar nossos melhores homens. Essa é uma possibilidade real e perigosa. Eu acho que o nosso elenco não precisa de mais reforços, mas é importantíssimo não perder ninguém quando a tal janela se abrir para negociações. Pelo menos três jogadores importantes ainda vão resolver suas situações no Galo, e é bom segurá-los agora: Jemerson, que está sendo visado por clubes europeus; Douglas Santos e Rafael Carioca, que estão emprestados ao Galo e precisam definir suas situações com seus respectivos clubes. Cabe muito o esforço da diretoria para manter o elenco completo.

A voz Celeste

Saudações celestes, nação azul! Hoje é dia de Cruzeiro, jogo de ida das quartas da Libertadores, e, claro, de fortes emoções. É verdade que toda a história do confronto entre o maior de Minas e o River Plate está a nosso favor, mas, como aquele velho ditado diz: jogo é jogado e lambari é pescado. Então, quando a bola rolar, que sejam 90 minutos (e acréscimos) de entrega, raça e um grande futebol do Cruzeiro. Que possamos resgatar aquele espírito dos heróis de 76, como Nelinho, Piazza, Joãozinho, Raul, Palhinha e todos que trouxeram a primeira grande conquista internacional para Minas. Somos conhecidos como La Bestia Negra por sermos uma das maiores forças do futebol sul-americano, e vamos manter essa escrita. Libertadores não é fácil, em 76 foi difícil, em 97 superamos o impossível e agora queremos a América de novo! Vamos Cruzeiro! 

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