Modalidade de coleta seletiva usada no bairro Floresta pode ser expandida

iG Minas Gerais | Nathália Lacerda |

Um projeto piloto de coleta seletiva porta a porta, desenvolvido no bairro Floresta, na região Leste de Belo Horizonte, pode ser ampliada para outros bairros, admitiu a Superintendência de Limpeza Urbana (SLU). A ação, desenvolvida pela Universidade Federal de Minas Gerais e realizada por catadores de associações e cooperativas, foi apresentada ontem em audiência da Comissão de Meio Ambiente e Política Urbana da Câmara.

O projeto é uma alternativa para ampliação da coleta seletiva, que é terceirizada e só atende algumas regiões – e não o bairro Floresta. “Queremos chegar a um acordo para aumentar a coleta seletiva na capital”, disse Fabiano Álvares da Silva, vice-presidente da Associação de Moradores do Bairro Floresta.

Por assessoria, a SLU informou que avalia a viabilidade orçamentária do município para contratar catadores.

Conforme O TEMPO mostrou em setembro de 2014, a metodologia é usada em Itaúna, na região Central, onde catadores faturam salário mensal médio de R$ 3.200. 

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