Prêmio Mineiro de Inovação anuncia hoje os vencedores

Doze projetos finalistas concorrem em quatro categorias

iG Minas Gerais |

Empenho. O presidente da comissão julgadora, Evaldo Vilela, destacou a importância da premiação
Glaucia Rodrigues
Empenho. O presidente da comissão julgadora, Evaldo Vilela, destacou a importância da premiação

 

Um novo sistema para recuperar água usada na hemodiálise, detecção pela luz de icterícia neonatal e produção sustentável de etanol. Esses são alguns dos 12 projetos finalistas que concorrem ao Prêmio Mineiro de Inovação promovido pela Câmara Ítalo-Brasileira de Comércio - MG, em parceria com o governo do Estado e a Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg). Os ganhadores serão conhecidos hoje à noite, durante cerimônia de premiação na sede da Fiemg, em Belo Horizonte. “Quando nós premiamos as pessoas, elas passam a ser vistas pela sociedade e recebem investimentos”, disse o presidente da comissão julgadora do prêmio, professor Evaldo Ferreira Vilela.  Foram 79 projetos que concorreram nas categorias: Produto, Processo, Intangível e Menção Honrosa, que, nessa edição, abordou o tema “Inovação na Educação”. O tema do próximo prêmio, de acordo com Vilela, deve ser sobre a água. “O compromisso nosso é dar visibilidade aos processos”, informou Vilela, que também é presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig).  O Prêmio Mineiro de Inovação conta com o apoio da Fapemig, do Sistema Mineiro de Inovação (Simi), do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebreae), do Grupo Dirigente Fiat, da União Brasileira para a Qualidade (UBQ), da SAE - Brasil e da Associação Mineira de Municípios (AMM). Carência. Para Evaldo Vilela, estava faltando um prêmio como esse para criar essa cultura de valorização daqueles que se esforçam para inovar na nossa sociedade. “O Brasil inova muito pouco. No ranking mundial, estamos muito mal colocados em inovação, e, com isso, perdemos mercado. Os melhores empregos são ligados a processos novos”, avaliou o presidente da comissão julgadora do prêmio.  De acordo com Vilela, a grande carência das pessoas que inovam é a falta de capital para levar a criação até o mercado. “No mundo inteiro, quem investe nessa fase (de projeto) é o capital privado”, explicou ele. 

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