Vivências ficam no perispírito

iG Minas Gerais |

Referência. Cíntia Vieira da Silva Soares conta uma história durante a evangelização em Goiânia
Vinícius Mortosa/Divulgação
Referência. Cíntia Vieira da Silva Soares conta uma história durante a evangelização em Goiânia

Há mais de dez anos, Cíntia Vieira da Silva Soares, diretora de infância e juventude da Federação Espírita do Estado de Goiás e diretora pedagógico-doutrinária do Lar Espírita Francisca de Lima, trabalha com a evangelização de bebês no Posto de Auxílio Espírita, em Goiânia.

Seu livro, “Evangelizando Bebês”, já na 3ª edição, se tornou uma referência para quem deseja iniciar esse tipo de trabalho nos centros espíritas.

“A ideia de evangelizar bebês surgiu da necessidade de se atender as crianças menores de 2 anos que, até então, não tinham a oportunidade de participar da evangelização em nossa casa espírita. Como eu já trabalhava com musicalização de bebês, a inspiração divina foi a de utilizar a mesma metodologia, a partir de um programa estruturado com conteúdos sobre Deus e os ensinamentos de Jesus”, comenta Cíntia.

Para ela, o espírito deve ser educado desde a mais tenra idade. “Além de vivenciarem atividades doutrinárias e cristãs de estimulação, visando ao seu desenvolvimento harmônico, o bebê é também incentivado a perceber os laços de carinho e amor que os une à mamãe e ao papai. Não se pretende que ele entenda os conceitos propostos, mas envolvê-lo nas vibrações amorosas dos ensinamentos do Cristo”.

Cíntia explica que os conteúdos doutrinários e evangélicos vivenciados corporalmente pelo bebê ficam impregnados em seu perispírito. “Esses conteúdos poderão ser associados e relembrados futuramente pela criança e, ainda, promover transformações morais”. (AED)

Leia tudo sobre: Clique para inserir palavras chave