A voz Celeste

iG Minas Gerais |

Saudações celestes, nação azul. Sem essa de chamar o River Plate de freguês. Conheço muito bem o histórico dos confrontos com o nosso grande adversário argentino, por isso tenho muito respeito pela instituição. O River é, sim, um legítimo rival, por isso esse embate é considerado um grande clássico do nosso continente. Já fizemos finais de Libertadores, Supercopa, Recopa, e é verdade que ganhamos todas, mesmo assim, prefiro ir com os pés no chão, humildemente. Isso apenas na Libertadores, porque, no Campeonato Brasileiro, prefiro lembrar a todos que somos os atuais bicampeões e tetra na contagem geral das taças. E no mais foram apenas duas rodadas. Obviamente, não estou satisfeito, mas compreendo quais são as prioridades e vou apoiar. Afinal, o que é ficar apenas duas rodadas na lanterna do Brasileiro? Teve time aí que já ficou 38 rodadas na segundona! 

Avacoelhada

O baixo desempenho nos jogos contra Bahia, Ceará e Luverdense é bastante preocupante. Wesley Matos, Raul, Thiago Santos e Lorenzi não justificaram a titularidade. Leandro Guerreiro e Mancini estão sem velocidade e resistência física para jogar partidas seguidas e apresentar alta performance durante os 90 minutos. Walber defendeu e atacou no primeiro jogo, mas contra o Luverdense falhou na marcação e no apoio. Cristiano não convenceu. Erros táticos do 4-2-3-1 permaneceram. Tony se destacou contra o Bahia, quando abandonou a ponta esquerda e aumentou o dinamismo. Possui mais características de distribuidor de jogadas do que de ponta de lança. Toscano ainda não achou a posição. Felipe Amorim continua longe da área, sem ambição de artilheiro. Bruno Sávio e Willie também estão mal posicionados, muito abertos pelos lados e longe do gol.

A voz da Massa

Saudações alvinegras! Ver o Galo dominar totalmente o adversário nós jogos aqui no Horto, e, por vezes, também fora de casa, é algo a que nós já estamos acostumados. Mas poucas vezes nós vimos um time massacrar o outro com todo o requinte como fez o Galo com o FluminenC no domingo passado. Nosso time fez o que quis com o CBFlu, especialmente na primeira etapa. O placar final de 4 a 1 ficou ainda pequeno, o Galo merecia mais, diante do volume de jogo apresentado. Além da qualidade técnica, infinitamente superior, dois aspectos fizeram o sucesso do Galo naquele jogo: marcação alta, na pressão, para não deixar o adversário sequer sair jogando, e a compactação da equipe, que jogou com as três linhas – defesa, meio e ataque – bem coesas, dando força e fluidez ao time. O Fluminense foi o primeiro! Esse Brasileirão já tem dono, e o nome dele é Galo!

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