Atlético confirma o bom início no Brasileirão

iG Minas Gerais |

Depois de empatar com o Palmeiras por 2 a 2, fora de casa, na estreia, jogando com time reserva, o Galo venceu o Fluminense com facilidade por 4 a 1, no Mané Garrincha, em Brasília. E foi pouco! O placar poderia ter sido mais elástico, mas o time mineiro desperdiçou muitas chances, com duas bolas na trave do goleiro Diego Cavalieri. Em tarde inspirada, o Atlético mostrou que a eliminação para o Internacional nas oitavas de final da Copa Libertadores não abalou o ânimo da equipe para a sequência da temporada. O Galo caiu de pé na Libertadores e, agora, concentra suas forças no Campeonato Brasileiro até que a Copa do Brasil comece. Contra o Fluminense, o técnico Levir Culpi ousou mais uma vez ao escalar apenas um volante: Rafael Carioca. O argentino Dátolo, que falhou na partida contra o Internacional na quarta-feira, se redimiu com a torcida, ao marcar um dos gols da vitória. O destaque foi o zagueiro Jemerson, autor de dois gols. Luan completou a goleada, e Fred, de pênalti, diminuiu nos minutos finais. Foi uma grande atuação do Atlético, em especial, do maluquinho Luan, que luta muito em campo e não desiste.

Foco dividido Com a cabeça na Libertadores, o Cruzeiro sofreu a segunda derrota seguida no Campeonato Brasileiro: perdeu para o Santos por 1 a 0, na Vila Belmiro. Na estreia, o time celeste já havia sido derrotado pelo Corinthians. O técnico Marcelo Oliveira mexeu mais uma vez na escalação, mas mandou a campo um time forte, mesmo a poucos dias do duelo contra o River Plate, na próxima quinta-feira, no Monumental de Núñez, em Buenos Aires, pelas quartas de final da competição sul-americana. A atuação do Cruzeiro na Vila Belmiro não foi das piores, mas o time ficou devendo e pecou nas finalizações no segundo tempo. O Santos, que buscou mais o gol, fez por merecer a vitória. Com atenções divididas, o Cruzeiro tem encontrado dificuldades neste início de Campeonato Brasileiro: não venceu e ainda não marcou gol. Decisão acertada Eliminar o Boca Juniors da Copa Libertadores era o mínimo que a Confederação Sul-Americana de Futebol poderia fazer depois da vergonha registrada no Estádio La Bombonera. Seria inadmissível que fatos como o da Bombonera fossem perdoados. Caberia até uma punição maior, com o Boca sendo suspenso por uma ou duas edições da Libertadores. A Conmebol é uma entidade amadora, sem credibilidade, ultrapassada e que só pensa em lucrar. Infelizmente, é um absurdo ver uma entidade dessas no comando do futebol sul-americano. Por isso, a expectativa era grande sobre a decisão que a Conmebol tomaria.

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