Presidente do Boca discorda de desclassificação e promete recorrer

Clássico entre Boca e River Plate no dia 14 foi interrompido devido à violência da torcida na Bombonera contra os jogadores visitantes

iG Minas Gerais | FOLHAPRESS |

O presidente do Boca Juniors, Daniel Angelici, disse não concordar com a decisão da Conmebol de desclassificar a equipe da Copa Libertadores, após a confusão que suspendeu a partida de volta contra o River Plate, válida pelas oitavas de final da competição.

Segundo o dirigente, os times deveriam voltar a campo para a disputa da segunda etapa. "Não estou de acordo com a decisão, os times deveriam jogar os 45 minutos restantes", disse no sábado (16), após deixar a sede da Conmebol, em Assunção, no Paraguai.

"Nós vamos recorrer. Acho que os jogos são ganhos no campo e não no tribunal", disse ele. A equipe tem até sete dias para entrar com recurso.

Além da eliminação, o Boca ainda terá que disputar seus próximos quatro jogos organizados pela Conmebol de portões fechados. Em seus próximos quatro jogos fora de casa, os torcedores também não poderão comprar ingressos para partidas da equipe.

Por fim, o Boca terá que arcar com uma multa de aproximadamente R$ 598 mil (US$ 200 mil). O River Plate avança para as quartas de final da Libertadores e irá enfrentar o Cruzeiro.

O clássico entre Boca Juniors e River Plate no dia 14 foi interrompido devido à violência da torcida na Bombonera contra os jogadores do River.

Um composto químico foi atirado por um torcedor não identificado do Boca contra os atletas visitantes.

Quatro jogadores do River tiveram inflamação na córnea devido ao contato com o gás. O atacante Sebastián Driussi, 19, está internado por conta de uma encefalite, uma inflamação no cérebro.

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