Ator Elias Gleizer é velado no Rio de Janeiro

Ele estava internado no Hospital Copa D'Or, em Copacabana, desde 6 de maio e morreu por falência circulatória em decorrência de um trauma

iG Minas Gerais | DA REDAÇÃO |

Ator Elias Gleizer se diverte com o mistério de Diógenes
JORGE RODRIGUES JORGE/DIVULGAÇÃO
Ator Elias Gleizer se diverte com o mistério de Diógenes

O corpo do ator Elias Gleizer está sendo velado neste domingo (17), na capela D do Cemitério Israelita Vilar dos Teles, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. O ator morreu nesse sábado (16), aos 81 anos. Ele estava internado no Hospital Copa D'Or, em Copacabana, desde 6 de maio e morreu por falência circulatória em decorrência de um trauma.

De acordo com o "G1", o sepultamento estava previsto para as 13h, mas sofreu um atraso porque o corpo passou por uma preparação segundo as leis judaicas.

Antes do velório, o corpo do ator passou por uma preparação na Praça da Bandeira, no Centro do Rio, na associação religiosa Chevra Kadisha - que se dedica às preparações dos corpos dos mortos segundo as leis judaicas.

O ator nasceu no dia  4 de janeiro de 1934, em São Paulo, e era filho de imigrantes judeus poloneses, de pai sapateiro e mãe dona de casa.

Com a alteração, ainda não foi divulgado o horário do sepultamento.

Tradição judaica - O ritual de preparação do corpo, segundo as regras de luto da associação Chevra Kadisha do Rio, está fechar os olhos do enlutados "para o mundo físico".

Pela tradição judaica, o corpo é coberto pois a religião considera que deixar o corpo à vista é uma violação do princípio de 'kevod ha’met', respeito pelos mortos.

A tradição acredita ainda que cobrindo o corpo, "tentamos conservar na memória a imagem da pessoa em vida, e alargamos nossa visão para abranger uma dimensão espiritual".

Lavar o corpo antes do enterro, fazer um rasgo na roupa, que deve ser uma simples vestimenta de linho branco, do enlutado - como forma de descarregar a dor e angústia diante da perda de um ente querido, acender velas ao lado do corpo, sepultá-lo no mesmo dia - do contrário, seria um desrespeito com o falecido -, também fazem parte da tradição judaica.

O cemitério israelita é um dos locais destinados ao sepultamento de membros da comunidade judaica no Rio de Janeiro.

 

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