Avacoelhada

iG Minas Gerais |

Thiago Santos e Leandro Guerreiro serão os primeiros volantes contra o Luverdense. Com a presença de Guerreiro, os chutões de Anderson Conceição poderão ser evitados e a qualidade na saída de bola da defesa até o meio campo deverá aumentar. Ainda assim, faltará um segundo volante para se aproximar do meia centralizado, a fim de tabelar, finalizar e fazer assistências. Apesar da falta de entrosamento, Tony terá a oportunidade de ser o distribuidor das jogadas ofensivas. Felipe Amorim e Willie deveriam ser mais agudos, com infiltrações pela diagonal em vez de só ficarem abertos pelos lados. Walber e Raul também precisam fazer ultrapassagens pelas beiradas para aumentar o poder ofensivo. Toscano, que pouco finalizou contra Bahia e Ceará, terá outra chance de comprovar que é artilheiro decisivo. Renatinho, Sávio e Rubens deveriam ser opções.

A voz da Massa

Saudações alvinegras. Respeito! Eu gosto dessa palavra! O respeito que o Galo ganhou dos adversários nos últimos tempos é algo para o atleticano se orgulhar. Esta Libertadores, por exemplo, começou com o Corinthians perdendo para o São Paulo só para fugir do Galo. Contra o Inter, nos dois confrontos, ficou nítido o temor do time gaúcho, que precisou fazer uma mobilização fora do normal, de jogadores e torcedores, além de contar muito com a sorte, para conseguir nos eliminar. E o nosso freguês mineiro? O alívio deles com a nossa desclassificação foi impressionante! Vibraram mais com a nossa saída do que com a permanência deles! A Massa está chateada com a eliminação do Galo, exatamente por sabermos que o nosso time podia ir bem mais longe. Por outro lado, estamos orgulhosos da constatação de que o Galo é o grande terror do Brasil. Dá-lhe, Galão!

A voz Celeste

Saudações celestes, nação azul. Hoje saberemos o que ficará decidido a respeito dos incidentes de Boca x River. Independentemente de qual for a decisão, é necessário que se faça saber que eles respeitam e muito o Cruzeiro, tanto que a imprensa argentina nos trata como “o super rival”. Somos um dos poucos que já venceram o Boca no La Bombonera em competições de grande expressão internacional, e já batemos o River Plate por duas vezes em finais de grandes torneios continentais (Libertadores de 76 e Supercopa de 91). A grandeza de cada clube está também refletida no respeito com que cada adversário olha seu oponente, e a Raposa é observada com cautela, pois somos admirados por todos, por nossa belíssima história e tradição. Entretanto, as quartas da Libertadores serão uma batalha, de fortes emoções, não serão fáceis, e a nação precisa apoiar como nunca.

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