Gilvan defende exclusão do Boca Jrs da Libertadores

Presidente do Cruzeiro diz que incidente na Bombonera e indefinição do adversário atrapalham planejamento celeste

iG Minas Gerais | THIAGO NOGUEIRA |

Gilvan de Pinho Tavares garante que cláusula assegura mesmos direitos ao time celeste que outras equipes no Gigante
WASHINGTON ALVES/ LIGHT PRESS/ CRUZEIRO
Gilvan de Pinho Tavares garante que cláusula assegura mesmos direitos ao time celeste que outras equipes no Gigante

O presidente do Cruzeiro, Gilvan de Pinho Tavares, defendeu nesta sexta-feira a exclusão do Boca Juniors da Copa Libertadores. O time argentino pode ser o adversário celeste nas quartas de final da competição - o jogo entre Boca Juniors e River Plate foi interrompido nesta quarta-feira, no La Bombonera, por causa do spray de pimenta atirado pela torcida xeneize.

"Deveriam aplicar uma punição rigorosa para servir de exemplo para outras equipes e para que na Europa a gente não seja visto como índio, sem cultura, ignorante. Eu, se fosse aplicar uma penalidade, excluiria o time", ressaltou o mandatário celeste.

"Aquilo foi um dos maiores absurdos que eu já vi no futebol. A partida estava mais para o River do que para o Boca. E os torcedores vendo isso quiseram impor respeito, intimidar o time adversário e fizeram uma agressão terrível", completou Gilvan.

A indefinição do adversário atrapalha o planejamento do Cruzeiro. Se o adversário for o River, a intenção do clube é viajar no domingo para Buenos Aires, logo depois da partida contra o Santos, pelo Brasileirão.

"Está atrapalhando o nosso planejamento. Não sabemos se vamos jogar em Belo Horizonte ou na Argentina na quarta-feira. E se vai ser quarta-feira. E estamos ao mesmo tempo participando do Campeonato Brasileiro", destacou.