Os melhores em ação

iG Minas Gerais |

A Copa Libertadores da América e a Liga dos Campeões da Europa são as grandes competições de clubes dos dois continentes mais importantes do mundo da bola. Proporcionalmente se equiparam e se equivalem. Na Europa, é disputada desde 1956 e, na América do Sul, desde 1960. Nunca foi fácil vencer um desses dois torneios. Os grandes clubes têm certa hegemonia, tanto aqui como lá, mas, de vez em quando, pinta uma surpresa do tipo Once Caldas em 2004, ou Estrela Vermelha em 1991. Lá, o Real Madrid lidera a lista de maior vencedor, com dez conquistas. Aqui, o maior ganhador é o Independiente, com sete títulos. Os times mineiros são donos de três títulos e, nos últimos anos, experimentaram juntos a disputa da charmosa e glamourosa Copa Libertadores. O Cruzeiro já brigou pelo título em 15 edições e o Atlético em sete. Em 2014 e 2015, o Atlético saiu nas oitavas e o Cruzeiro deixou a competição nas quartas em 2014. Agora, continua sonhando com o tri. Existe uma complexidade de fatores que precisam ser superados para levantar esse tão cobiçado troféu. Os jogos são verdadeiras batalhas, onde nem sempre vence o melhor, mas ninguém conquista a América sem méritos. Não tem como negar que os ares da Libertadores transformam Belo Horizonte.

Justiça relativa. Para muitos, justiça no futebol é bola na rede. Não vejo dessa maneira. Na quarta-feira, vi a justiça ser feita no Mineirão e a injustiça reinar no Beira-Rio. O Cruzeiro fez uma partida típica de Libertadores, sem cometer erros. Já o Atlético, deu munição e gols ao adversário. Já a arbitragem em Porto Alegre... Fazer o que?

Soberba. Ontem foi um dia dedicado pela grande imprensa brasileira para analisar a eliminação do Corinthians. Todos tentando explicar ou entender o que levou o pequeno Guarani, do Paraguai, a eliminar o “poderoso Timão”. Foram várias teorias. Poucos apontaram o famoso, “já ganhou”. Muitos times já foram eliminados assim. Alguns aprendem, outros não.

Demora.Torcedores continuam reclamando da dificuldade para entrar no Mineirão. Na quarta-feira, muitos me procuraram para relatar a fila para a revista. Poucos funcionários, e apressados e atrasados torcedores ávidos para chegar logo dentro do estádio. A cerveja continua segurando muita gente do lado de fora. Já está na hora de liberará-la dentro das arenas.

Prejuízo.As cervejarias sempre foram as grandes anunciantes do futebol no Brasil. Nos últimos anos, com a proibição da venda de bebida alcoólica nos estádios, elas retiraram a verba publicitária. Em outros países, a cerveja está presente no uniforme dos times e na mão dos torcedores. O que os estádios perdem, os bares, formais e informais, ao redor dos estádios, lucram.

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