Haddad descarta concessão e aposta em PPP para privatizar o Anhembi

A prefeitura pretende optar pelo modelo escolhido pelo governo Dilma Rousseff para concessão do aeroportos, no qual as concessionárias compraram do governo federal o direito de explorar os terminais aeroportuários

iG Minas Gerais | Folhapress |

Renato Araújo/Agência Brasil
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O prefeito Fernando Haddad (PT) afirmou, nas redes sociais, que fará uma PPP (parceria público-privada) para modernizar o Anhembi. Segundo ele, o instrumento será uma parceria na qual a iniciativa privada usa a receita obtida à custa da administração do centro de convenções da zona norte de São Paulo para investir em suas melhorias.

No Twitter, ele descartou a informação de seu secretário de Turismo e presidente da SPTuris, Wilson Martins Poit, segundo a qual a prefeitura pretende optar pelo modelo escolhido pelo governo Dilma Rousseff para concessão do aeroportos, no qual as concessionárias compraram do governo federal o direito de explorar os terminais aeroportuários.

Em entrevista concedida à Folha de S.Paulo na tarde da quinta-feira (23), Poit, que também preside a SPTuris, defendeu o modelo. Ele afirmou que o metro quadrado do Anhembi vale R$ 7.000. Poit disse que a operação renderia no mínimo R$ 1,5 bilhão aos cofres da cidade. Esse dinheiro poderia ser aplicado no turismo de São Paulo.

No Twitter, Haddad usou o enunciado "perdidos no espaço" para desqualificar a proposta. "Não pretendo privatizar o Anhembi, nem arrecadar R$ 1,5 bi com aluguel mas modernizá-lo por PPP".

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