Cachorro dorme em sofá de Secretaria municipal de Betim

iG Minas Gerais |

Uma cena inusitada chamou a atenção, na última semana, de quem passava pela Secretaria da Fazenda da Prefeitura de Betim. De acordo com informações enviadas ao Aparte, um cachorro de rua estaria “morando” nas dependências da secretaria. Mostrando duas fotos do cachorro dormindo deitado em cima de um sofá, a mensagem de um leitor destaca o “descaso” na administração da cidade. “Estas fotos são da recepção da Secretaria da Fazenda de Betim, uma secretaria que é o pulmão da prefeitura, de onde vem o controle da verba do município. Ao invés de uma secretaria organizada, o que se vê é uma sala com um cachorro de rua deitado no sofá da recepção”, aponta.

De acordo com ele, diversas reclamações já foram feitas, mas o secretário teria não só ignorado, como também ajudado a manter o animal, comprando ração e o alimentando na principal sala da pasta. “O mesmo cachorro está doente e pode trazer danos a saúde dos servidores ou a quem for visitar a secretaria adjunta da Fazenda”, reclama o leitor, que diz, ainda, que o próprio prefeito Carlaile Pedrosa teria sido avisado sobre a situação, mas também a ignorado. Questionada pela coluna, a Prefeitura de Betim, no entanto, negou a história e afirmou que o cachorro apenas “entrou, subiu no sofá e depois foi embora”.

“É tudo mentira”, afirmou um assessor de imprensa. Em nota, a prefeitura afirmou que o caso é inédito. “A prefeitura ressalta ainda que este episódio nunca havia ocorrido antes e que nenhum funcionário da secretaria alimenta o animal”.  

Identificação   Preocupado com a segurança dos consumidores, o vereador Jorge Santos (PRB) apresentou projeto de lei que obriga todos os estabelecimentos comerciais a exigirem documento de identificação nas compras pagas com cartões de crédito ou de débito. Na justificativa, o parlamentar explica que embora “possa parecer burocrática”, a proposta vai dificultar crimes. Caso o estabelecimento comercial não peça o documento, o consumidor pode denunciá-lo à prefeitura. A punição para o descumprimento da lei, se aprovada, seria R$ 1.000. Relator da proposta na Comissão de Meio Ambiente e Política Urbana, o vereador Tarcísio Caixeta (PT) pediu diligência para a administração municipal. O petista quer saber se a prefeitura terá capacidade de arcar com a ação. Bom de bola   O desembargador Estevão Lucchesi de Carvalho, do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), será agraciado, na próxima terça, dia de Tiradentes, com a Medalha de Honra que será entregue pelo governador Fernando Pimentel. Apesar da premiação acontecer por sua atuação no TJMG, Estevão também é conhecido no meio jurídico por ser bom atleta. Só nos campeonatos promovidos pelos magistrados, o desembargador já marcou mais de 150 gols, tendo, inclusive, sido o artilheiro do torneio sênior, em Manaus, em agosto de 2014. As peladas que disputa já o renderam um apelido. Em 1992, em um jogo no interior de Minas, um jogador, nervoso por não saber como se dirigir ao magistrado, o chamou de “reverendo”. Com isso, recebeu o apelido de Gilmar Reverendo. FOTO: webrepórter Confortável. A foto, enviada por um leitor, mostra o cachorro de rua confortavelmente deitado em um sofá da Secretaria de Fazenda de Betim. Apesar da resposta oficial da prefeitura ter dito que o cão “entrou, subiu no sofá e foi imediatamente expulso”, a imagem mostra, claramente, uma pessoa sentada na mesa enquanto o animal dorme. A coluna questionou para onde foi o cão, mas a assessoria de imprensa não respondeu. Atestado de trambique   O vereador Pablito (PV) apresentou um projeto de lei que pretende acabar com a adulteração dos hodômetros de todos os carros usados em Belo Horizonte. A proposta, no entanto, é inusitada e bastante polêmica. Isso porque o vereador propôs que os revendedores de veículos automotores devem entregar um “laudo técnico especializado, atestando os dados dos hodômetros de veículos usados, especificando se os mesmos foram adulterados ou não”. Ou seja, o vendedor teria que “confessar” a ilegalidade no documento. É o atestado de trambique. Constrangimento    Quem coordenou por quase uma hora a apresentação da oposição para desmentir o balanço do governo do PT sobre as gestões tucanas foi a funcionária de carreira da Secretaria de Planejamento e Gestão Luísa Barreto. Ela foi cedida para a Assembleia para atuar na assessoria do bloco da minoria. Ao fim, ficou constrangida ao ser questionada do seu cargo no Estado. Apesar de técnica, na sua explanação usou tom político para criticar os números do PT. Luísa foi tratada pelos deputados como trunfo. “Por isso eles estão perdidos nos números”, disse Gustavo Corrêa (DEM) sobre a “aquisição” da servidora.

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