Jaque exalta passagem pelo Minas e ainda não sabe se vai ficar

Ponteira que comandou minastenistas às quartas aguarda patrocinadores, que devem fazer proposta ainda esta semana

iG Minas Gerais | Débora Ferreira e Daniel Ottoni |

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Responsável pela arrancada do Camponesa-Minas, a campeã olímpica Jaqueline ainda não sabe se continuará em Belo Horizonte na próxima temporada. A ponteira fez uma avaliação muito positiva de sua passagem pelo clube da rua da Bahia, mas afirma que ainda precisa acertar detalhes com patrocinadores para sua permanência. Antes disso, porém, ela e o marido, o também ponteiro Murilo, devem curtir um período de férias.

“Vou esperar acabar a Superliga para a gente ver se decide alguma coisa, mas ainda não estou pensando nisso. Quero poder aproveitar um pouco minha folga, e vamos ver o que vai acontecer. Amei ficar em Minas, eles me acolheram da melhor possível, o presidente Luis Gustavo, a Patrícia (supervisora) com quem eu conversava todo dia, sou muito agradecida de coração por todos eles, pela diretoria, pela própria equipe que me acolheu. Eu queria pode estar aqui, mas vamos o que vai acontecer. Eles estão com um pouco de dificuldade de patrocinadores pra arranjar alguma coisa, mas Deus queira que eles arranjem”, contou Jaque.

Depois de um longo tempo sem jogar e começar a Superliga sem um time, a jogadora só conseguiu um time graças aos esforços da patrocinadora master Camponesa em uma parceria com a marca feminina Les Chemises. De acordo com Patrícia Axer, supervisora de vôlei feminino do Minas Tênis Clube, a empresa que dá nome ao time continuará, mas a negociação sobre Jaqueline é feita de forma separada.

“A Camponesa já sinalizou que vai continuar, acertando apenas detalhes de valores para a próxima temporada. Eles tiveram bom retorno, tem interesse de manter, a exposição da marca aconteceu. No caso de Jaque, Camponesa e Les Chemises viabilizaram a vinda dela, e estão negociando. Ela é uma negociação à parte. Há uma expectativa de proposta para ela durante esta semana”, explicou.

Antes da ponteira chegar, o time comandado por Marco Queiroga havia perdido as cinco primeiras partidas da competição feminina. A atleta foi um dos destaques da competição em geral e “cabeça” da equipe em quase todos os jogos que disputou.

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