Ação contra a Petrobras coloca Foster, Gabrielli e Barbassa como réus

Qualquer pessoa que possua papéis da Petrobras, inclusive quem adquiriu títulos de renda fixa emitidos no exterior, entre 22 de janeiro de 2010 e 18 de março de 2015, poderá ser beneficiado pela ação

iG Minas Gerais | da redação |

Oposição entra com pedido de afastamento imediato de Graça Foster
Wilson Dias/ABr - 14.5.2013
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A ação coletiva contra a Petrobras nos EUA, na qual vários dos seus executivos são acusados de promoverem um esquema multibilionário de corrupção e lavagem de dinheiro, cita 15 pessoas como réus, foi submetido nesta segunda-feira (30), na Corte do Distrito Sul de Nova Yoke. Os nomes de Maria das Graças Foster, José Sérgio Gabrielli e Almir Barbassa estão presentes na lista. A empresa PwC, que foi responsável pela auditoria dos balanços financeiros da estatal, também é acusada na ação. O Universities Superannuation Scheme (USS), maior fundo de pensão do Reino Unido e líder do processo, estão sendo representados pelo escritório de advocacia Pomerantz. Segundo informações do portal "O Globo".

Na ação são citadas duas subsidiárias internacionais da petrolífera, como a Petrobras International Finance Company (PifCo) e a Petrobras Global Finance (PGF), subsidiárias da petrolífera estabelecidas respectivamente na Holanda e em Luxemburgo , que ainda afirmou que a corrupção e lavagem de dinheiro durou vários anos e foi escondido dos seus investidores.

Qualquer pessoa que possua papéis da Petrobras, inclusive quem adquiriu títulos de renda fixa emitidos no exterior, entre 22 de janeiro de 2010 e 18 de março de 2015, poderá ser beneficiado pela ação.

O processo ainda cita a presidente Dilma Rousseff e o ex-ministro Guido Mantega como pessoas de interesse para o processo, mas eles não foram colocados como réus neste caso.

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