Horário de verão vai de 19 de outubro até 15 de fevereiro

Decreto de 2008 determina período, e objetivo é economizar energia

iG Minas Gerais |

Dias. Na primavera e no verão, os dias são maiores do que as noites e horário economiza energia
Vera D'arck Marques/6/11/2013
Dias. Na primavera e no verão, os dias são maiores do que as noites e horário economiza energia

Brasília. O horário de verão começa no próximo dia 19 de outubro. Nesta data, a partir da meia-noite, os ponteiros dos relógios das regiões atingidas devem ser adiantados em uma hora em relação ao horário de Brasília. A mudança vai até 15 de fevereiro de 2015, já que o Decreto 6.558 de 2008 determina que a temporada para ajustar o relógio deve começar no terceiro domingo do mês de outubro, prolongando-se até o terceiro domingo de fevereiro do ano subsequente.  

O horário de verão serve, segundo o decreto, para aproveitar melhor a luz natural, já que, durante a primavera e o verão, os dias são mais longos que as noites. Representa ainda economia de energia, diminuindo o consumo de luz artificial.

Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), de 2013 para 2014, o horário de verão levou a uma redução da demanda por energia no horário de pico de consumo de 2.565 megawatts, o que representou uma economia de cerca de R$ 405 milhões.

Já no ano retrasado, rendeu uma redução na demanda no horário de pico de 2.477 megawatts (MW), ou 4,5% do consumo. Essa redução evitou um gasto de cerca de R$ 200 milhões a mais com as termelétricas no período.

O horário de verão será aplicado nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, nos Estados de Goiás, Espírito Santo, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Distrito Federal.

Saiba mais Origem. O horário de verão no Brasil foi adotado pela primeira vez em 1º de outubro de 1931. Desde 1985 é adotado anualmente. No início, a abrangência era nacional, mas foi limitada em 2003.

Chuvas ainda são poucas São Paulo. Aguardada como a única solução para recuperar o Sistema Cantareira, a chuva acima da média nos reservatórios não foi suficiente para elevar o nível de dois dos seis mananciais que abastecem a Grande São Paulo no mês de setembro. A região registrou uma pluviometria acumulada de 22% a 33,3% acima da média histórica do mês.

Leia tudo sobre: Clique para inserir palavras chave