Baixo aproveitamento na bola aérea já preocupa Marcelo Oliveira

No ano passado, desempenho dos celestes no fundamento foi bem superior ao deste início de temporada

iG Minas Gerais | JOSIAS PEREIRA |

Marcelo vai avaliar plantel e dar chance aos novos jogadores para depois apontar a necessidade de reforços
WASHINGTON ALVES/LIGHTPRESS
Marcelo vai avaliar plantel e dar chance aos novos jogadores para depois apontar a necessidade de reforços

Nos dois últimos anos, o Cruzeiro se notabilizou por uma jogada em especial - a bola aérea. Nos nove primeiros jogos do ano passado, a Raposa marcou dez gols em jogadas aéreas, um aproveitamento superior ao desempenho deste ano, quando apenas quatro tentos foram assinalados nos nove primeiros compromissos.

Essa nova realidade preocupa o técnico Marcelo Oliveira, principalmente porque as bolas alçadas à área seguem como rotina durante os jogos. Só contra o Huracán, pela Libertadores, foram 48 cruzamentos. No entanto, o aproveitamento foi nulo.

“Esse é um aspecto interessante. Continuamos tendo bons cabeceadores, treinamos muito. Eu fico irritado quando a bola não chega, pois é muito simples jogar uma bola na área, mas podemos ter um aproveitamento melhor. Se somos envolventes e insinuantes, teremos mais faltas e escanteios. Vamos treinar mais, dar mais confiança”, avaliou Marcelo.

Na próxima quinta-feira, o Cruzeiro terá mais uma oportunidade para demonstrar seu potencial ofensivo nas bolas aéreas. A equipe encara o Mineros, de Guayana, em Puerto Ordaz, na Venezuela, pela terceira rodada do grupo 3 da Copa Libertadores. Em terceiro na chave, com dois pontos, a Raposa busca a primeira vitória e pode até assumir a liderança. 

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