Marcelo comemora tempo extra para treinar a pontaria

Para treinador, equipe até criou boas chances, mas faltaram confiança e tranquilidade

iG Minas Gerais | Josias Pereira Guilherme Guimarães |


Marcelo Oliveira cobra postura ofensiva da equipe celeste
JOAO GODINHO / O TEMPO
Marcelo Oliveira cobra postura ofensiva da equipe celeste

Melhorar sua colocação no grupo 3 da Copa Libertadores e alcançar a liderança da chave na próxima quinta-feira. Essa é a missão do Cruzeiro, que soma apenas dois pontos em duas partidas, mas tem no dia 19 de março, contra o Mineros de Guayana-VEN, na cidade de Puerto Ordaz, a chance de atingir sua redenção no torneio continental.

Para chegar ao primeiro lugar e seguir de forma incansável na busca pelo tricampeonato, a Raposa terá pela frente um adversário de pouca expressão no torneio sul-americano. O Mineros-VEN disputa apenas sua quinta Libertadores, contra 15 do time estrelado. Por isso, a equipe celeste tentará, diante dos venezuelanos, fazer tudo aquilo que ficou devendo contra o Universitario Sucre-BOL e Huracán-ARG: gols.

“Como faremos uma viagem longa, a logística será diferente e um pouco mais complicada. Vamos dois dias antes e teremos um dia completo para treinar. Não teremos problema algum com relação a isso. Na cidade, já buscamos informações sobre o clima, que é bom, a temperatura também é boa. E o adversário não é ruim, por isso temos que tomar cuidado mesmo com o Mineros. Mas, ainda assim, sabemos que dá para sair de lá com a vitória”, garantiu o técnico Marcelo Oliveira.

Para chegar à Venezuela com a pontaria afinada, o físico em alta e a cabeça tranquila, o técnico Marcelo Oliveira aproveitará uma longa pausa no calendário para preparar sua equipe. De nesta sexta até a próxima quinta-feira, serão seis dias de trabalhos intensivos.

Sem compromissos pelo Estadual, o treinador só tinha o que comemorar pela lacuna. “Existe um ponto positivo em relação a esse tempo de treinos a mais, porque nos dois jogos da Libertadores (contra Universitario e Huracán) nós criamos muitas oportunidades, tanto lá (na Bolívia), no segundo tempo da altitude, quanto no Mineirão, contra os argentinos. Isso é positivo, mas precisamos mesmo é de tranquilidade, confiança e de um pouco menos de ansiedade para que a bola entre naturalmente. E, dessa forma, a gente não sofra tanto para finalizar e fazer os gols”, comenta.

Ainda sem balançar as redes na atual edição da Libertadores, Marcelo Oliveira sabe da tradição do Cruzeiro, time mais ofensivo de toques rápidos. “Até quando tivemos que fazer situação de defender um pouco mais, o que é preciso na Libertadores em jogos fora, a gente tem dificuldade. O Cruzeiro já tem sua história, essa tradição de ofensividade, e viemos para dar sequência a esse aspecto. Essa tem que ser a filosofia”, explica.

 

 

 

 

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