Manifestantes se reuniram em BH em favor do governo

Manifestação em Belo Horizonte reuniu cerca de 2 mil pessoas em defesa do governo da presidenta Dilma Rousseff, da Petrobras e levantou a bandeira da reforma política

iG Minas Gerais | FELIPE BUENO |

Uarlen Valério
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A manifestação em Belo Horizonte deste 13 de março, com o intuito de apoiar o governo da presidenta Dilma Rousseff, levantou a bandeira da reforma política e saiu, também, em defesa da estatal Petrobras. O ato, que se concentrou na Praça Afonso Arinos, começou com cerca de 50 pessoas.

Durante o evento, estavam presentes personalidades políticas, civis, movimentos sociais e sindicalistas. A deputada Jô Moraes (PCdoB - MG) e a senadora pelo Amazonas Vanessa Grazziotin (PCdoB) demonstraram, em discurso proferido, durante o ato, que os esforços para a garantia do cumprimento da democracia não irão arrefecer."Nós não arredaremos o pé, garantiremos o mandato da presidente Dilma Rousseff", sentenciou Jô Moraes.

A comunista Vanessa Grazziotin levantou a bandeira da reforma política para dar um basta na corrupção. "Defendemos o fim do financiamento privado  empresarial para políticos", disse a senadora do Amazonas.

Para o deputado federal Nilmário Miranda, do PT, não se trata apenas de defender a presidente Dilma Rousseff, mas, antes de mais nada, garantir que as regras das eleições sejam respeitadas. "Se querem governar o Brasil, que ganhem as eleições de 2018", sugeriu o petista, em referência aos apoiadores do impeachment.

Movimento dos atingidos pela construção de barragens das hidrelétricas e o Movimento dos Sem Terras (MST) marcharam separados da Praça da Assembleia até a concentração do protesto, o que fez engrossar o número de pessoas. Segundo a Polícia Militar, cerca de 2 mil pessoas participaram da passeata, que ocorreu em 24 estados e no Distrito Federal.

O ato transcorreu tranquilo e provocou bloqueio de algumas vias. O trânsito ficou parado por alguns instantes em alguns pontos no centro da capital. Alguns motoristas buzinaram em apoio.

Durante a manifestação, integrantes do movimento mostraram apoio ao governo da presidenta Dilma Rousseff, mas disseram ser contra o ajuste fiscal. A fala foi endossada pela presidente do Sind-UTE de Minas Gerais Beatriz de Cerqueira.

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