Sem suporte, não adianta ter aliado no conselho de Dilma, diz Picciani

Aliado do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), Picciani elogiou a capacidade do Eliseu Padilha

iG Minas Gerais | Folhapress |

Relatório que vai ser lido amanhã altera ICMS
Antonio Cruz/ABr
Relatório que vai ser lido amanhã altera ICMS

O líder do PMDB na Câmara, Leonardo Picciani (RJ), disse nesta sexta-feira (13) que o ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha, não terá condições de atuar na articulação política do Governo se a presidente Dilma Rousseff não lhe oferecer instrumentos para desempenhar esse papel. Seu recrutamento é uma tentativa de atenuar a crise com o PMDB no Congresso.

Aliado do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), Picciani elogiou a capacidade do Eliseu Padilha. Mas ressaltou: "Ele precisa de ferramentas. Sem essas ferramentas, não vai adiantar nada", disse Picciani na noite desta quinta-feira.

Eliseu Padilha foi ministro do governo FHC e é ligado ao vice-presidente Michel Temer. Sua indicação para o conselho político surpreendeu peemedebistas, que apostavam na opção pelo ex-presidente da Câmara Henrique Eduardo Alves (RN).

Na quinta-feira, o próprio ministro disse a peemedebistas que soube pelos jornais de sua escalação para compor a articulação política do governo. Até a noite da quinta, Padilha não fora formalmente convidado pela própria presidente Dilma Rousseff.

Só à tarde ele recebeu um telefonema de Temer, que o convocou para uma reunião na manhã de segunda-feira.

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