Inflação para as famílias que ganham menos desacelera em fevereiro

As únicas classes que subiram foram as de vestuário e saúde

iG Minas Gerais | Folhapress |

A inflação das famílias com renda mensal até 2,5 salários mínimos, medida pelo IPC-C1 (Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1), fechou o mês de fevereiro com alta de 0,83%, desacelerando em relação a janeiro (2%) e registrando variação de 0,14 ponto percentual, inferior ao IPC-BR (Índice de Preços ao Consumidor). O IPC-BR é o conjunto dos índices de preços ao consumidor. As informações são da Agência Brasil.

Em fevereiro, o IPC-BR registrou variação de 0,97%. A taxa do indicador nos últimos 12 meses ficou em 7,99%, nível abaixo do registrado pelo IPC-C1. A taxa foi divulgada nesta sexta (13) pelo Ibre (Instituto Brasileiro de Economia) da FGV (Fundação Getulio Vargas). Com esse resultado, o indicador acumula alta de 2,85%, no ano e de 8,06% nos últimos 12 meses.

O IPC-BR acumula, nos últimos 12 meses, taxa de 7,99%, índice abaixo do registrado pelo IPC-C1. Seis das oito classes de despesa que compõem o IPC-C1 apresentaram decréscimo em suas taxas de variação: o grupo alimentação, um dos que mais pesam para as famílias de menor renda, caiu de 1,97% para 0,74%; transportes, de 5,38% para 2,11%; habitação, de 2,02% para 0,78%; educação, leitura e recreação, de 3,02% para 0,33%; despesas diversas, de 2,21% para 1,19%; e comunicação, de 0,26% para 0,19%.

As únicas classes que subiram foram as de vestuário e saúde. A de vestuário aumentou, de janeiro para fevereiro, de -0,40% para 0,05%. A classe saúde elevou-se de 0,02% para 0,49%.

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