Em clima de tensão, Coreia do Norte lança 7 novos mísseis ao mar

As autoridades de Seul não deram detalhes sobre a distância percorrida ou se os projéteis chegaram a cruzar a fronteira

iG Minas Gerais | Folhapress |

In this image taken from video North Korean leader Kim Jong Un, center, smiles as he salutes during a military parade marking the 65th anniversary of the country's founding, Monday, Sept. 9, 2013, in Pyongyang, North Korea. (AP Photo/KRT via AP Video) TV OUT, NORTH KOREA OUT
Associated Press
In this image taken from video North Korean leader Kim Jong Un, center, smiles as he salutes during a military parade marking the 65th anniversary of the country's founding, Monday, Sept. 9, 2013, in Pyongyang, North Korea. (AP Photo/KRT via AP Video) TV OUT, NORTH KOREA OUT

A Coreia do Norte lançou hoje sete mísseis ao mar do Japão, em represália aos exercícios militares anuais entre os Estados Unidos e a vizinha Coreia do Sul. O treinamento começou no início do mês.

Segundo o Ministério da Defesa sul-coreano, os lançamentos foram feitos entre 18h e 19h locais (6h e 7h em Brasília) de uma base na província de Hamgyong, no sul do país comunista.

As autoridades de Seul não deram detalhes sobre a distância percorrida ou se os projéteis chegaram a cruzar a fronteira. Este é o segundo disparo de mísseis dos norte-coreanos desde o início dos exercícios militares.

No dia 2, o Exército do regime do ditador Kim Jong-un disparou dois mísseis de curto alcance depois que ameaçou americanos e sul-coreanos com ataques contra suas forças, em uma reação corriqueira do país comunista aos dois inimigos.

O primeiro exercício militar de Seul e Washington, o Key Resolve, terminou nesta sexta, enquanto o treinamento Foal Eagle seguirá até dia 24, com a participação de 20 mil soldados da Coreia do Sul, 3.700 americanos e 70 de outros cinco países.

Os Estados Unidos mantêm 28.500 militares na Coreia do Sul, país ao qual se comprometeu a defender em caso de conflito com o Norte como herança da Guerra da Coreia (1950-1953).

Seul e Washington realizam anualmente vários exercícios conjuntos em território sul-coreano para coordenar sua defesa por considerar que a Coreia do Norte representa uma séria ameaça militar.

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