Avacoelhada

iG Minas Gerais |

A diretoria americana não precisa esperar o Planeta América ficar pronto para criar uma metodologia de desenvolvimento dos atletas em formação nas categorias de base e, principalmente, aprimoramento e aproveitamento na equipe profissional. É preciso acelerar a transição com a redução do limite da idade. Jogadores no último ano do sub-20 serem promovidos depois da Copa São Paulo. Hugo, Danylo, Roger, Addam e Christian são alguns exemplos dos que deveriam iniciar um tratamento diferenciado. Os promissores Michel, Zé Ricardo, Marcinho e Pabrício terão mais tempo no júnior, ainda assim também poderiam começar a frequentar o ambiente dos profissionais. Gustavo e Santiago estavam nos planos do Milagres, mas não retornaram da Colômbia. Caravana da Avacoelhada para Varginha: Reservas até sexta-feira, com Saraiva, 8857-5576 (WhatsApp), R$ 80.

A voz da Massa Saudações alvinegras! O Galão da Massa tem hoje uma parada torta diante do bom time da Caldense, na casa deles. Geralmente o competente treinador Léo Condé monta boas equipes – não é a toa que a Caldense faz boa campanha no Mineiro. Mas, como eu sempre digo, difícil pra nós, pior pra eles! O Galo vem de uma boa atuação no clássico, que empatou, mas merecia ter vencido, e não vai querer perder a boa sequência. E conta ainda com a provável volta do matador Lucas Pratto. A melhor estratégia para hoje é manter a bola sob domínio, trabalhando-a de um lado a outro do campo, e, ao mesmo tempo, forçar a penetração na defesa deles, que vai estar fechada. E não deixar de jeito nenhum o adversário ter a posse da bola para tentar se criar. Deste modo e com a pegada de sempre, porque será um jogo de muita marcação, eu tenho certeza que vai dar Galo.

A voz Celeste Saudações celestes, nação azul. Teremos tempo para comentar o jogo entre Villa Nova e Cruzeiro, porém, hoje quero falar de Libertadores. Tenho assistido a todos os jogos possíveis, e, dos grandes clubes, aqueles que têm real tradição, não é apenas o Cruzeiro que tem encontrado dificuldades. Temos a obrigação de fazer um ótimo resultado contra o Mineros, na Venezuela. Paramos de tomar gols, como eu vinha chamando a atenção, mas, precisamos que nosso ataque desencante. Estou confiante porque a história nos mostra que nem sempre os melhores são campeões (eu reconheço que não é nosso melhor momento). Às vezes, para se chegar ao topo, é necessário muita raça, sorte, e claro, coração forte. Em 1976 fomos campeões com todos esses ingredientes, e, em 1997, bastou a raça, o coração forte ficou apenas para a torcida. Confio na Raposa, afinal, somos La Bestia negra das Américas.

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