Chuva faz nível das represas que abastecem a Grande São Paulo subir

Expectativa dentro do governo é que o rodízio de água será evitado se as chuvas conseguirem elevar o nível do Cantareira a um patamar entre 13% e 14% até o final de março

iG Minas Gerais | Folhapress |

O nível do Sistema Cantareira, principal manancial de abastecimento da região metropolitana de São Paulo, manteve-se em 11,7% de sua capacidade de operação
Sabesp/Divulgação
O nível do Sistema Cantareira, principal manancial de abastecimento da região metropolitana de São Paulo, manteve-se em 11,7% de sua capacidade de operação

A chuva que atingiu a Grande São Paulo entre o fim da noite de terça-feira (10) e madrugada desta quarta (11) fez subir o nível das principais represas que abastecem a região.

Nesta quarta (11), o sistema Cantareira voltou a subir e opera agora com 13,7% de sua capacidade. Na terça, o índice era de 13,3%. Esse índice já inclui a segunda cota do volume morto (água do fundo do reservatório que não era contabilizada).

A expectativa dentro do governo é que o rodízio de água será evitado se as chuvas conseguirem elevar o nível do Cantareira a um patamar entre 13% e 14% até o final de março e se as obras emergenciais previstas para elevar a capacidade dos reservatórios não atrasarem.

Outros mananciais

Todos os outros mananciais também tiveram alta em comparação com o dia anterior. O nível da represa de Guarapiranga avançou de 70,4% para 71,6%.

Já o nível do reservatório Alto Tietê opera com 20,2% de sua capacidade, após subir 0,3 ponto percentual.

O reservatório Rio Grande está com 92,7% de sua capacidade sendo que no dia anterior o nível era de 92,4%. Já o reservatório Rio Claro avançou 0,2 ponto percentual e agora opera com 39,8%. O sistema Alto Cotia opera com 52,3%. Na terça-feira, o reservatório operava com 51,4%. A medição da Sabesp é feita diariamente e compreende um período de 24 horas: das 7h às 7h.

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