Santos fixa teto salarial e quer fechar com Dorival nesta quarta

Nome é o preferido da diretoria, que teria Vagner Macini como outra opção para o cargo

iG Minas Gerais | FOLHAPRESS |

LÉO FONTES/O TEMPO
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O Santos espera sacramentar nesta quarta (11) a contratação de Dorival Júnior como técnico. Ele substituiria Enderson Moreira, demitido na semana passada por causa de atritos com a diretoria.

O presidente Modesto Roma Júnior tem reunião marcada com o treinador que estava na Europa até a semana passada. No clássico contra o Palmeiras, na quarta, a equipe será dirigida pelo interino Marcelo Fernandes.

O acerto está em andamento. Nos primeiros contatos, Dorival queria montar uma nova comissão técnica, algo que o Santos não aceita. O clube já tem profissionais como o preparador físico Carlito Macedo e o preparador de goleiros Arzul, por exemplo e não pretende abrir mão deles.

Modesto aceita que Dorival venha para o clube com dois auxiliares, mas estabeleceu um teto de R$ 200 mil para gastar com a chegada do novo treinador.

Conselheiros ligados ao presidente argumentam que mesmo esse dinheiro está acima do que o Santos pode pagar. Enderson recebia cerca de R$ 150 mil mensais. De acordo com números apurados pela comissão fiscal do Conselho Deliberativo, a dívida do Santos está na casa dos R$ 370 milhões.

Desde a queda de Moreira, a intenção do presidente é fechar com Dorival Júnior. Robinho chegou a sugerir Abel Braga, mas este está em um patamar salarial longe do que o Santos pode suportar. Seriam mais de R$ 500 mil mensais. A solução mais barata encontrada seria Claudinei Oliveira, que já passou pela Vila Belmiro e estava no Atlético-PR. Mas ele não quis trocar de clube agora.

Na lista de prioridades da diretoria, o segundo nome é de Vágner Mancini que, assim como Dorival, está desempregado.

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