Nicole Pacelli, atleta de stand-up paddle

iG Minas Gerais |

“Nós, mulheres, somos naturalmente mais sensíveis que os homens, essa sensibilidade reflete em tudo o que fazemos”.
Robert Astley Sparke/Red Bull Content Pool
“Nós, mulheres, somos naturalmente mais sensíveis que os homens, essa sensibilidade reflete em tudo o que fazemos”.

Como é conciliar as tarefas e viagens da profissão com cuidados de beleza?

Eu nunca fui uma mulher de passar horas me arrumando ou no salão de beleza, sempre fui bem desencanada. Por isso, durante as minhas viagens, tomo os mesmos cuidados de beleza que eu tomaria em casa. O que dificulta um pouco às vezes é o lugar em que eu fico, por exemplo: acabei de voltar de uma viagem de três meses em que dividi uma casa com um banheiro com nove pessoas, ou seja, não tinha privacidade nenhuma. Levo sempre comigo meus cremes, hidratantes, xampu etc. Isso já é o bastante pra mim.

Qual a relação em ser uma mulher radical sem perder a feminilidade?

No meu esporte eu sempre tive como modelo atletas homens, quero fazer as mesmas manobras que eles e pegar as mesmas ondas que eles pegam. O surfe de competição fez eu me tornar mais agressiva e competitiva dentro d’ água. Mas não foi por isso que eu perdi minha feminilidade, acho o surfe feminino muito mais gracioso e bonito que o masculino.

Qual seu truque de beleza infalível?

Acho que as pessoas ficam mais bonitas quando estão felizes e em paz com elas mesmas. O que me faz sentir assim é viajar, esse é meu truque de beleza! E também passar protetor sempre e hidratante.

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