Avcoelhada

iG Minas Gerais |

Existem possibilidades de variar a formação do ataque de acordo com o adversário e durante a partida. Embora atuem fora da área ou exerçam a função de pivô para facilitar a infiltração dos meias, Rodrigo Silva e Rubens são essencialmente centroavantes finalizadores. Com a presença de um atacante de referência, o 4-2-3-1 poderia ser transformado em 4-3-3. Bruno Sávio e Felipe Amorim jogariam abertos pelos lados e penetrariam na diagonal. Diney e Henrique seriam alternativas, mas precisam aumentar a combatividade. Outro esquema seria jogar no 4-4-2, sem centroavante fixo, e utilizar dois atacantes de velocidade, com constantes trocas de posição e mudanças de direção.NoSub-20, Bruno Sávio foi bastante produtivo quando jogou de falso 9. Formaria uma eficiente dupla ofensiva com Felipe Amorim. Bandas femininas no Matriz, a partir das 14h.

A voz da Massa

Saudações alvinegras! Quando, nessa semana, eu vi o argentino Lucas Pratto em campo, treinando e com a possibilidade de estar em campo no clássico de amanhã, me entusiasmei. Mas, infelizmente, já soube que ele não poderá participar. Nem ele, que era o que tinha mais chances, nem mais cinco importantes titulares do nosso time. Alias, eu já nem sei mais qual foi a última vez em que o Galo enfrentou o arquirrival como time completo, sem nenhum problema físico ou de suspensão. Mas, a verdade éque isso não tem feito diferença nenhuma, porque nos últimos clássicos, mesmo cheio de desfalques, o Galo tem aplicado sapecada atrás de sapecada no time azulzinho. Levir deve optar por um time rápido, com quatro jogadores de velocidade e movimentação do meio pra frente, esquema que pode ser o nosso grande trunfo. E eu estou confiante em uma grande vitória do Galo.

A voz Celeste

Saudações celestes,nação azul. Estamos às vésperas de um clássico. Apesar de termos uma equipe muito qualificada individualmente, ainda estamos em formação. Entretanto somos um gigante do futebol mundial, e confio na vitória do Cruzeiro neste domingo. Afinal, Minas Gerais sempre foi território daRaposae, nestedomingo,nãotenho dúvidas: prevalecerá a mística da camisa azul estrelada na nossa casa, a Toca 3, que, desde a sua reinauguração, viu levantarmos dois brasileiros sobre o lado de lá, e eles, apenas uma Copa do Brasil sobre nós. Discordam? Ora, se estavam na competição que vencemos e não foi campeão, é tão derrotado quanto os outros que ficaram pelo caminho. Não importa a fórmula ou as circunstâncias do campeonato, e sim quantas conquistas você leva pra sua galeria de troféus. Nesse ponto, não há como discutir, não existe clube em Minas que se compare ao Cruzeiro! Dá-lhe Raposa!

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