Bloco Brasil

iG Minas Gerais | Paulo Bressane |

Em noite prestigiada, o advogado Rodrigo da Cunha, presidente do IBDFAM, assinando o exemplar de Euler Fuad, presidente da Rede Super Nosso de supermercados
Arquivo Paulo Bressane
Em noite prestigiada, o advogado Rodrigo da Cunha, presidente do IBDFAM, assinando o exemplar de Euler Fuad, presidente da Rede Super Nosso de supermercados

Durante o Carnaval, as ruas de BH foram invadidas por cerca de 1,5 milhões de foliões. Foram quatro dias de muita animação e os organizadores dos blocos sugeriram até mesmo uma comissão permanente para pensar o evento. A ideia é louvável e com certeza renderá bons frutos em 2016, mas temos de pensar o Brasil sem as cores das fantasias. As redes sociais estão programando uma grande manifestação para o próximo dia 15. A população resolveu se manifestar após o aumento no combustível, o reajuste na tarifa de energia elétrica, o aumento na taxa de juros e dos escândalos de desvio de dinheiro na Petrobras, que já envolvem o nome de Dilma e Lula. Segundo os organizadores, o protesto será pacífico, sem bandeiras e camisas de partidos políticos. Vândalos e black blocs serão detidos e entregues à polícia pela própria população.

As manifestações são bem-vindas, porém, ficar esbravejando contra os aumentos será como dar um tiro no pé, já que são indispensáveis para a reorganização econômica. Não há como fugir, eles são o remédio amargo que o país terá de engolir devido ao esquerdismo populista, pautado pelo aumento irresponsável de gastos públicos, sucessivos erros na política econômica e visão deturpada da nova ordem global, além, é claro, das roubalheiras que nos levam a uma crescente descrença política, colocando o país à beira do abismo. Porém, o governo petista pode, sim, penalizar menos os cidadãos incentivando a produção, reformulando o sistema tributário, diminuindo a máquina pública e racionalizando seus gastos. O mundo político está morrendo, ficou perdido em sua luxúria e há muito não tem um projeto de sociedade. Mas juntos temos poder para mudar esta situação.   Só o bloco “Baianas Ozadas” levou mais de cem mil foliões às ruas. Cem mil foi o número de pessoas na histórica “Passeata dos 100 mil”, que foi às ruas contra o regime militar que, sejamos justos, nos livrou das intenções comunistas da esquerda revolucionária. Nos libertamos do regime, mas somos surrupiados pela ditadura do engodo político, escravizados pela deturpação ideológica, sacaneados, enfim, pela indisciplina econômica e a falta de caráter. Precisamos criar o Bloco Brasil para que todos entendam a importância de seu papel na democracia, só assim conseguiremos conquistar grandes transformações sociais. E acordem, bradar contra os R$ 0,50 centavos no aumento do ônibus não trará nenhum benefício sustentável. Nada é de graça, a cultura paternalista do Estado provedor serve apenas para tirar proveito da livre iniciativa. Precisamos, sim, é de governos honestos, eficientes e meritocráticos. Vamos às ruas.   ENTRE A GENTE O empresário Bruno Falci foi reeleito para o cargo de presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de BH. O objetivo da nova diretoria é manter o processo de organização financeira e administrativa da entidade, na busca permanente por melhores soluções para os segmentos de comércio e serviços. A nova diretoria reafirma o compromisso na representação desses setores, sendo porta-voz deles, e de toda a sociedade, junto aos órgãos públicos.   O escritório Sacha Calmon – Misabel Derzi Consultores e Advogados foi reconhecido pelo terceiro ano consecutivo como o melhor prestador de serviços jurídicos do grupo pela ArcelorMittal no Brasil. A banca recebeu uma placa comemorativa na qual a diretoria jurídica e de relações institucionais da empresa destaca o profissionalismo e a dedicação do escritório.    

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