MOC busca ser a zebra do ano

Treinador reconhece missão complicada diante do time de melhor campanha no torneio nacional

iG Minas Gerais | DANIEL OTTONI |

Na real. 

Técnico Marcelinho Ramos tem os pés no chão quanto às chances de seu time desclassificar o Sada
Fernando Potrick | GAMA
Na real. Técnico Marcelinho Ramos tem os pés no chão quanto às chances de seu time desclassificar o Sada

O objetivo da temporada já foi cumprido pelo Montes Claros Vôlei, estar nos play-offs da Superliga masculina. Mesmo com a consciência de que o que vier pela frente é lucro, o Pequi Atômico nem pensa em baixar a guarda para o Sada Cruzeiro, melhor classificado da primeira fase da e favorito ao título.

“Reconhecemos que o time deles está bem acima de todos os outros. Mas não podemos fazer como tantas outras equipes, que parecem já entrar derrotadas antes mesmo da partida começar. Temos um grande respeito pela cidade, pela torcida e pelos investidores, e é claro que queremos vencer. Os atletas estão imbuídos desta missão, de buscar a vitória” aponta o técnico Marcelinho Ramos.

As duas equipes fazem, no sábado, às 10h30, no ginásio do Riacho, em Contagem, o primeiro jogo das quartas de final. Para se classificar, o Montes Claros precisará, inevitavelmente, passar pelo atual campeão brasileiro fora de seus domínios.

Por mais que eliminar o favorito tenha sabor de título, Marcelinho prefere ir com calma em busca da meta. “Não podemos dar um passo maior que a perna. Vamos pensar, primeiro, neste jogo de abertura. Temos que fazer uma coisa de cada vez para chegar mais longe. Será um jogo difícil e um triunfo dependerá do bom desempenho em todas as funções”, alerta.

Para esse jogo, o técnico terá o desfalque do oposto Léo Mello, que fez uma cirurgia no maxilar. Ele ficará duas semanas afastado das quadras e pode ter se despedido da Superliga no último jogo da fase classificatória, quando o time garantiu a presença no G-8 ao vencer o Vôlei Brasil Kirin-SP. O experiente Edinho, com passagem pelo Minas Tênis Clube, assume a posição.

As dificuldades são reconhecidas por Marcelinho, que tem papel importante em passar a chance real de vencer os celestes para seu grupo de companheiros.

“Quando se vai enfrentar um time deste porte, é preciso fazer algo diferente. Nenhum técnico pensa em derrota e eu não fujo disso. Normalmente, a equipe mais forte leva vantagem quando a decisão é em série superior a um jogo. Mas é possível sim”, afirma o atleta.

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