Banco quer mais recursos internacionais

Novo presidente, Marco Aurélio Crocco, tomou posse nesta quarta

iG Minas Gerais | GUILHERME REIS |

Crocco quer alavancar recursos
Kika Antunes BH-Brasil
Crocco quer alavancar recursos

Empossado nesta quarta como o novo presidente do Banco Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), Marco Aurélio Crocco afirma que a instituição irá assumir papel de alavanca de desenvolvimento do Estado. Crocco ainda adiantou que, para viabilizar o crescimento de Minas, o BDMG vai buscar recursos em agências internacionais.

“O banco tem hoje uma situação financeira sustentável, estável, mas diferentemente do BNDES, nós não temos um Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e um tesouro com a mesma capacidade do Tesouro Nacional. Isso impõe para nós uma capacidade de buscar recursos alternativos para alavancar nosso funding. O banco já vem fazendo isso. No ano passado começou a emitir letras financeiras, captou dinheiro na Agência Latino-Americana de Fomento, no BID e na Agência Francesa de Desenvolvimento. Acreditamos que podemos dar essa alavancada”, destacou Crocco.

O gestor ainda reiterou que o BDMG vai garantir agilidade, preços melhores de financiamentos e a modernização e diversificação da estrutura produtiva do Estado. “O BDMG tem uma ação horizontal que deve ser preservada. Sempre buscando garantia, agilidade e preços melhores do que outros bancos. Mas vamos tentar fazer uma diferença relativa no desenvolvimento do Estado, notadamente buscando entre os setores de tecnologia a contribuição para diversificar nossa estrutura produtiva.”

Hoje, o BDMG tem em sua carteira de empréstimo R$ 6,5 bilhões. Em 2014, a instituição realizou R$ 2,5 bilhões de desembolsos. No total, são 21 mil clientes. A maior parte deles é formada por micro e pequenas empresas.

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