A voz Celeste

iG Minas Gerais |

Saudações celestes, nação azul. Discordo que o Cruzeiro jogou mal contra o Huracán, mas óbvio, acho que o placar foi péssimo. Vale frisar que essa é uma nova equipe, em formação, e que vem crescendo a cada partida. Mas vejo que Willian não está bem e pode dar lugar, no momento, a Alisson. Arrascaeta precisa deixar a timidez de lado e buscar mais volume de jogo, e Marquinhos melhorar seu último passe. Willian foi um pit bull. Desarmes precisos, além de ser muito eficiente na saída de bola. Damião teve um gol mal anulado que poderia ter mudado o rumo da partida. E domingo, como é natural do lado de lá, o “6a1o” vai sofrer com esse novo Cruzeiro, mais raçudo e mais pegador. E apenas para lembrar, pensem comigo, se está ruim pra quem empatou duas na Libertadores, como deve estar para aqueles que perderam todas até agora? O segundo time das gerais não vai dar conta. Sou mais Cruzeiro!

A voz Massa Saudações alvinegras! O futebol é um esporte muito dinâmico, não apenas dentro do campo, mas fora também. Não dá tempo de ficar comemorando ou lamentando algo por muito tempo. Mas eu percebo que as pessoas estão dando muita ênfase e remoendo demais as três derrotas seguidas que o Galo sofreu. Nas entrevistas dos jogadores e até mesmo do Levir, eu percebo que esse assunto sempre volta à tona. Foi dolorido, sim, perder três partidas em sequência, especialmente porque foram duas na Libertadores, mas passou, já deu! Tirem-se as lições, que devem ser tiradas pra não acontecer de novo, e bola pra frente. Nada de ficar sofrendo com isso por mais tempo. O Galo sabe muito bem o que é superação. Daqui a três dias tem clássico, e uma vitória, além de apagar de vez as derrotas, trará mais tranquilidade e fôlego para a reação na Libertadores. Portanto, dá-lhe, Galo!

Avacoelhada Jogadores promovidos da base de outros clubes também precisam ser trabalhados no profissional. Pedrinho está mais para aposta do que jogador pronto a fim de disputar e conquistar a titularidade. Por mais bem preparado que esteja, a tendência será alternar altos e baixos desempenhos. O desafio do Pedrinho vai ser acelerar a evolução para rapidamente dar retorno dentro de campo. No Mineiro de 2014, se destacou no Boa pelas finalizações de longa distância. Este ano, contra a Caldense, deu muitos passes para trás. Caso o jovem meia-atacante de 20 anos seja escalado nos próximos jogos, na ausência do Mancini, pelo menos, deverá demonstrar potencial para ser aprimorado. Embora seja mais experiente, Diney precisa ter a situação definida antes da Série B. O custo-benefício do atleta é elevado para o contratado continuar só entre os reservas.

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