Traxx TSS 250 2015

iG Minas Gerais |

Nova Traxx TSS 250
Traxx/divulgação
Nova Traxx TSS 250

A montadora Traxx (marca da chinesa Jialing) apresenta a nova street TSS 250. Mais uma opção ao mercado de street de média cilindrada. O modelo encorpado vem com o visual esportivo e nuances de modernidades. Chega bem recheada de equipamentos como exige o momento, uma vez que a competição é ferrenha, a concorrência não brinca e o brasileiro exige estética moderno e qualidade. A novidade tem freios a disco na frente e atrás, painel digital e analógico completo. A suspensão é monoamortecida na traseira e com telescópico simples na frente. Mas, o principal atrativo da TSS 250 é o preço, abaixo das motos com as quais tem a pretensão de competir. Refrigeração a ar A motorização é de um cilindro de 223 cc, com potência de 16 cv a 7500 rpm e torque de 1,7 kgfm a 6000 rpm, alimentado por sistema de injeção eletrônica e refrigeração a ar com auxílio de radiador de óleo. A Traxx TSS 250, informa o site original da sua fabricante chinesa Jialing, tem rendimento de 50 km/l. Evidente que com a nossa gasolina batizada não vai alcançar esta marca, mas pode ser das mais econômicas na sua cilindrada. Óbvio também que, com apenas 223, não vai andar como uma Next ou Fazer 250, pois ambas têm mais cilindradas. As setas com lâmpadas de LED são embutidas nas abas laterais do tanque, e os discos de freio têm desenhos esportivos. A Traxx TSS 250 teve o início de sua montagem no Brasil no dia 26/2, com previsão de chegar às lojas em abril com o preço sugerido em SP de R$ 8.990. Técnica: TSS 250 Motor: 4 T, 1 cilindro, 223 cc, OHC, injeção e refrigeração a ar/óleo Potência: 16 cv a 7500 rpm Peso: 134 kg Torque: 1,7 kgfm 6000 rpm Câmbio: 6 marchas Freios:(D) disco (T) disco Tanque: 16 litros Preço SP: R$ 8.990

MOTONOTÍCIAS * A mais nova loja de motopeças de BH vai surpreender você! A VDA Motopeças fica na rua Tupinambás, 1.077, centro, (31) 3201-3358, e oferece nova gama de peças e novidades interessantes na butique com preços bem atraentes. Confira! * O Mundial de Super Enduro, que aconteceu no Mineirinho, domingo, foi espetacular e colocou BH no mapa mundial do esporte de moto. Nessa penúltima etapa os estrangeiros deram uma aula de pilotagem e um show de técnica. O vencedor da categoria mundial foi o americano Cody Webb. Na bateria nacional o destaque ficou com Gabriel Badaró, seguido pelo mineiro Ripi Galileu. O evento também serviu de escola para os pilotos brasileiros, que aproveitaram para aprender as técnicas dos pilotos de fora. * Enduro 2. O público que foi ao Mineirinho teve oportunidade de ver a técnica e o preparo físico dos pilotos sob pressão do adversário na pista com troncos, pedras, pneus etc. Tudo para dificultar a vida dos competidores e destacar o mais bem-preparado. Por conta disso, os tombos foram uma atração à parte, principalmente na curva das pedras. Outra atração do evento foi o mineiro campeão de Trial Tiago Vermelho, que executou um salto mortal com a velocidade reduzida sob o espanto da galera, que achou que ele iria apenas fingir o salto. * A Traxx Moto já teve loja em BH, que fechou de repente e deixou centenas de motos sem garantia legal. A montadora descuidou e não credenciou nenhuma assistência, e os clientes ficaram na mão até hoje. Em virtude deste episódio, a imagem Traxx (sem trocadilho) traz lembrança ruim. * Manutenção preventiva (da vida e) da moto. Pode parecer bobagem e obviedade, mas muita gente não lê o manual do proprietário que ensina muito como manter a moto em condição de rodar e durar mais. Assim é fácil encontrar alguém que estranha quando é informado de que a corrente deve ser lubrificada todo dia. Rodar a seco, além de gastar mais, pode ocasionar a quebra com possível acidente. * Manutenção 2. Outro erro de muita gente escolada é trocar o óleo da moto a cada 1.000 km e, por isso, não verificar o nível periodicamente, com grande prejuízo para o motor, principalmente o de motos mais modernas e exigentes de maiores cuidados. Descuidar de calibrar os pneus é costumeiro e acarreta risco de corte e prejuízo com o desgaste maior, fora a aderência, que fica comprometida. Manutenção 3: o óleo. Também há engano do consumidor que exige marca de óleo esquecendo-se da especificação correta para cada motor, informado no manual. São comuns erros grosseiros dos vendedores mal-informados ao indicar que tal óleo é para moto injetada e outro, para moto carburada ou mais velha. Não se esqueça: no óleo não se vê marca, mas especificação numérica de qualidade. Os óleos minerais 20W50 sãos os mais antigos, e a tecnologia avançou para os semissintéticos (10W30, 10W40 etc.), mais finos e mais eficientes para refrigeração e lubrificação correta em qualquer momento do funcionamento dos motores.

Leia tudo sobre: Clique para inserir palavras chave