Avacoelhada

iG Minas Gerais |

A substituição forçada do Mancini e o provável retorno do Leandro Guerreiro aumentam as possibilidades de combinações para formar o meio de campo. Thiago Santos, Leandro Guerreiro e Lorenzi juntos são a opção mais conservadora e talvez a menos produtiva. Nesta formação, faltará um segundo volante para se aproximar do meia centralizado. Thiago Santos aumentou a eficiências nos desarmes quando diminuiu os avanços. Apesar da qualidade no passe, Guerreiro não tem velocidade para defender e atacar. Lorenzi com a bola dominada está com dificuldades para acertar passes qualificados. Mais adiantado, a dificuldade será maior. Terá de sair da marcação, dominar a bola e virar o corpo para fazer o passe. Uma alternativa seria utilizar dois volantes marcadores e escalar Felipe Amorim e Diney na função de meias-atacantes. Renatinho e Xavier são opções.

A voz da Massa Saudações alvinegras! Não, pessoal, eu não estou de perseguição com o Cárdenas. Mas, modestamente, os anos que vivi dentro do futebol me deram uma boa visão do assunto. Hoje, quase todo mundo já está discutindo a contratação do colombiano, defendendo que talvez não tenha sido uma boa aquisição. Agora já se vê que é um jogador lento, que penteia muito a bola e de pouca objetividade. Eu já havia dito isso aqui antes da contratação dele e quase coloquei minha cabeça a prêmio. Contudo, o próprio Levir disse em entrevista que Cárdenas terá dificuldades para se adaptar ao Galo. Eu também avisei que o jogador teria dificuldades para se encaixar no esquema de jogo do time, que é de velocidade, o que notoriamente não é o estilo dele. Os mais otimistas dizem que Cárdenas ainda está fora de forma e que, quando adquirir ritmo, seu futebol vai aparecer. Tomara meus amigos, tomara.

A voz Celeste Saudações celestes, nação azul. Pelos horários da partida contra o Huracán e do fechamento da minha coluna, fica difícil comentar. Então, vamos falar de domingo, do jogo contra o “6a1o”, e lembrar do retrospecto contra eles dentro da nossa casa, a Toca 3. São 85 vitórias a nosso favor, contra 75 vitórias dos fregueses na era Mineirão. Acho válido mostrar isso, já que o próximo confronto será no nosso estádio. Nosso por uso “campeão”. Falarão da única Copa do Brasil e de apenas uma Libertadores que ali ganharam. Bem atrasados, não? Afinal, para cada um que eles têm, somamos um ou três a mais. Se fizermos uma análise de tudo que já conquistamos no Gigante da Pampulha, fica ruim pra qualquer atleticano debater. Deve ser por isso que eles só falam do novo Mineirão, ou é pra tentar esquecer a gloriosa Série B? Já o cruzeirense ostenta toda a história da Raposa. Sou mais Cruzeiro.

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