Falta de quórum pode barrar votação

Quem não integra a bancada reclama que os colegas estão “furando a fila” das demandas como cargos e pequenas obras

iG Minas Gerais | Tâmara Teixeira |

A Câmara de Belo Horizonte pode votar amanhã, em segundo turno, o projeto que prevê o fim da verba indenizatória. Se aprovado, o valor de R$ 15 mil mensais que hoje é administrado pelos vereadores passará a ser licitado de forma conjunta pela Casa.  

Apesar do consenso sobre a matéria, o texto pode encontrar resistência na base de Marcio Lacerda, que ameaça não garantir o quórum de 21 parlamentares para apreciar o texto.

O motivo de discórdia entre os aliados é uma “atenção especial” do prefeito com a bancada evangélica. O grupo – formado por 11 vereadores e que na semana passada formalizou a bancada evangélica – se reúne hoje com Lacerda. O encontro foi marcado depois de muita pressão e ameaça dos religiosos de rebelião nas votações dos projetos do Executivo.

Quem não integra a bancada reclama que os colegas estão “furando a fila” das demandas como cargos e pequenas obras. A bancada irá apresentar pedidos como mais espaço e recurso para eventos evangélicos. A decisão da prefeitura de reduzir o valor destinado a uma festa evangélica no mês passado foi o que desencadeou a insatisfação dos religiosos.

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