Partido tem histórico de conflito

O impasse só foi abafado quando o atual vice-governador, Antônio Andrade, reassumiu a presidência da sigla

iG Minas Gerais | Tâmara Teixeira |

Os bastidores da última eleição municipal em Belo Horizonte foram conturbados. Para o PMDB, 2012 foi de conflitos internos. O pleito também ficou marcado pelo término da aliança entre o PT e o PSB, do prefeito Marcio Lacerda.  

O deputado federal Leonardo Quintão (PMDB) chegou a anunciar a sua candidatura, mas foi obrigado a voltar atrás na decisão em função de uma orientação nacional do partido.

Os peemedebistas decidiram que iriam apoiar o candidato do PT, Patrus Ananias, contra a chapa de Marcio Lacerda. Quintão, na época, não gostou da decisão. Ele chegou a ser cogitado para ser vice de Patrus, o que não aconteceu.

Em nível estadual, a eleição de 2014 também foi melindrosa para os peemedebistas. O então presidente do diretório em Minas, deputado federal Saraiva Felipe, chegou a iniciar conversas com o PSDB. Os tucanos sonhavam com o apoio do partido ao tucano Pimenta da Veiga.

O impasse só foi abafado quando o atual vice-governador, Antônio Andrade, reassumiu a presidência da sigla. Outro impasse, em 2014, foi protagonizado pelo ex-senador Clésio Andrade, que defendia seu nome numa candidatura própria. 

2008

Derrota. Em 2008, Quintão foi o candidato do PMDB. Ele concorreu com Marcio Lacerda, que disputava a prefeitura pela primeira vez. Quintão chegou a ir para o segundo turno, mas perdeu.

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