Famílias de Emilly e Keyla Kelly ainda esperam achar meninas

“Estamos investigando por conta própria. Tem dia que minha filha fica revoltada”, disse a avó de Keyla, Diná Gonçalves Silva

iG Minas Gerais | Aline Diniz |

Keyla Kelly desapareceu em setembro de 2013, em Mateus Leme
Arquivo pessoal
Keyla Kelly desapareceu em setembro de 2013, em Mateus Leme

Apesar do empenho de polícias e famílias, o paradeiro de algumas pessoas ainda é mistério, como no caso de Emilly Ferrari, que sumiu em 4 de maio de 2013, enquanto brincava na porta de casa, em Rio Pardo de Minas, no Norte do Estado. Na época, a menina tinha 8 anos. A mãe, Tatiany Ferrari, vive agarrada à esperança de que a garota será encontrada. “Não tem jeito de ficar bem sem saber como está minha filha”, disse.

Tatiany avalia que a polícia faz o que é possível e conta que fica sabendo de alguma novidade sobre o caso por meio do advogado. “Se não houver fatos, não tem como ir adiante”, considera. Delegado do caso, Leonardo Otávio da Costa Farias informou, por assessoria, que as investigações continuam e que detalhes não podem ser revelados, para não atrapalhar o processo. Já em Mateus Leme, na região metropolitana, o sofrimento da família de Keyla Kelly Gonçalves Neves, 7, começou em 13 de setembro de 2013, quando a pequena estava na casa da avó e sumiu após ter dito que iria à residência de sua tia. A família da menina se mudou para Betim, na mesma região, para não conviver mais com o ambiente onde ela desapareceu. “Estamos investigando por conta própria. Tem dia que minha filha fica revoltada”, disse a avó de Keyla, Diná Gonçalves Silva. Por assessoria, o delegado Fábio Moraes Werneck Neto informou que a polícia fez buscas no local do desaparecimento e entorno, checou denúncias anônimas de que a menina estaria em uma cisterna no Norte, sem sucesso, e investigou de perto familiares da menina. Nos próximos dias, ele vai enviar à Justiça pedido de arquivamento do caso, até que surjam novas provas.

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