Um novo sopro

Espaços recentes de arte e comércio eclético se unem a atrações tradicionais

iG Minas Gerais | Mari Campos |

Navio se posiciona em frente à Opera House, em Sidney
Navio se posiciona em frente à Opera House, em Sidney

Ainda no avião, antes mesmo de pousarmos em Sidney, as formas inconfundíveis de seu porto – aquele que as TVs de todo o mundo mostram ao menos a cada virada de ano – já captam a atenção e direcionam nossos olhos. Seja dia ou noite. A ponte de ferro e a Opera House, com seu ar de barco a vela, são impressionantes. Mesmo das alturas.

A região cênica da cidade-símbolo da Oceania acaba sendo a área mais frequentada pelos turistas, mas não é a única. Com cerca de 300 dias de sol por ano, uma cena cultural vibrante e mais de 200 praias, atrativos é que não faltam à maior cidade da Austrália, que conta hoje com 4,6 milhões de habitantes.

Tem até o maior mercado de peixes do hemisfério Sul – e terceiro maior do mundo, facilmente acessível via trem, ônibus ou barco –, assim como concorridos eventos internacionais. Entre esses, o LGBT Mardi Gras, no fim de fevereiro, e o festival de luzes Vivid Sydney, em maio. O transporte público, aliás, funciona muito bem, evitando, dessa forma, que o turista tenha que se deslocar muito com os caros táxis da cidade: ônibus, trem e monorail, ferry (14 milhões de passageiros viajam nas balsas de Sydney todos os anos) nos levam de um lado a outro da cidade, sem maiores complicações.

Sidney não é barata. É preciso dizer: prepare o bolso. Mas também é, acima de tudo, gostosa de caminhar, uma cidade de bairros, com cada um revelando uma essência única e particular. Apesar de tantos idiomas falados o tempo todo, em toda parte – inglês, árabe, cantonês, mandarim, grego e vietnamita são as línguas mais ouvidas por lá – explorar seus principais bairros, um a um, calmamente, em despretensiosas caminhadas, é um dos melhores programas para quem visita a cidade australiana.

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