Manutenção deve ser feita por fundação

iG Minas Gerais |

O projeto piloto do jardim filtrante é desenvolvido pelo engenheiro Luiz Mário Lima em parceria com a Fundação Zoo-Botânica, que deve ficar responsável pela manutenção da primeira estação a funcionar. Técnicos da fundação estiveram em Paris para conhecer como a tecnologia funciona lá.

“Temos grande interesse nisso, porque podemos desenvolver pesquisas, sugerir novas plantas e promover a conservação do meio ambiente”, destacou o diretor do Jardim Botânico, Odilberto Roque Bezerra.

Crítica. Os jardins filtrantes já foram implantados em várias cidades do país – como em Sabará, há dois anos –, inclusive em condomínios, e também no exterior. “Em São Paulo, a tecnologia existe há 30 anos”, diz o engenheiro.

Na avaliação dele, o Brasil não tem interesse em ampliar o uso desse tipo de estação porque “é uma obra que não gera recursos”, e a manutenção se resume em limpar os sedimentos acumulados. (JS)

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