Ator Francisco Cuoco relembra sua carreira

Em “Grandes Atores”, do canal Viva, artista narra fatos marcantes de sua vida

iG Minas Gerais |


Cuoco refaz sua trajetória artística desde sua estreia na Record
Globo
Cuoco refaz sua trajetória artística desde sua estreia na Record

São Paulo. O ator Francisco Cuoco, no ar como o Vicente da novela “Boogie Oogie” (Globo), é o convidado desta semana no programa “Grandes Atores” do canal Viva. A entrevista com o galã de tantas gerações será exibida hoje, às 23h30.

Na atração, que colhe memórias de artistas consagrados, Cuoco se sente à vontade para falar sobre sua origem humilde, a perda dos pais e sua trajetória no teatro e na televisão.

Filho de feirantes, o ator recorda-se, no episódio, do dia em que deu o primeiro passo para, então, seguir na profissão que escolheu.

Paulistano do Brás, Cuoco, que na época tinha 20 anos, diz que viu o anúncio de um exame gratuito para a Escola de Artes Dramáticas de São Paulo e que, ali, abriu caminho para o prestígio conquistado posteriormente. Quatro anos mais tarde, já formado, passou a fazer parte do Teatro Brasileiro de Comédia (TBC). “Olha o que é o destino. Estava caminhando na rua e vi o anúncio: ‘Exame da escola de artes dramáticas, entrada franca’. Tudo isso e ainda não precisa pagar. Fiquei animado”, recorda o ator.

Na televisão, Cuoco fez sua primeira novela na Record: “Marcados Pelo Amor” (1964). Na Excelsior, atuou em “Redenção” (1966) e em “Legião dos Esquecidos” (1968), quando fez o primeiro dos muitos pares românticos com a atriz Regina Duarte. Ingressou na TV Globo em 1970 e, de lá pra cá, acumula diversas tramas e papéis marcantes, como Cristiano Vilhena, de “Selva de Pedra” (1972); Alex, em “O Semideus” (1973); e o carismático taxista Carlão de “Pecado Capital” (1975).

Em um momento tocante, recobra as dores de quando o pai morreu: no mesmo dia, sua mãe teve um derrame. A leveza volta ao ar assim que Cuoco divaga sobre o que é ser ator. “É amar”, define.

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