Alckmin afirma que vai cortar gastos com comissionados e horas extras

Alckmin, porém, não detalhou as cifras de quanto significará para os cofres públicos esse corte anunciado

iG Minas Gerais | Folhapress |

Após pressão de prefeitos, Alckmin cria comitê da crise hídrica
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O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), afirmou nesta quarta-feira (25) que vai reduzir gastos com cargos comissionados, horas extras e custeio, além de fechar duas fundações ligadas ao governo.

Segundo ele, as medidas estão sendo tomadas para evitar a redução dos investimentos do Estado.

Em janeiro ele havia anunciado um contingenciamento (espécie de congelamento) de R$ 2,2 bilhões em investimentos e R$ 4,4 bilhões em custeio, por causa da expectativa de frustração na arrecadação. Se a receita melhorar durante o ano, os investimentos serão liberados, afirmou.

Alckmin, porém, não detalhou as cifras de quanto significará para os cofres públicos esse corte anunciado. As informações foram dadas por ele em entrevista após compromisso na Câmara dos Deputados, em Brasília.

"Estamos cortando 15% das despesas com cargos e funções comissionadas, 30% de horas extras na área de pessoal, 10% na área de custeio e fechando duas fundações, a Cepam (Centro de Estudos e Pesquisas de Administração Municipal), que hoje não tem mais muita razão de ser, e também a Fundap (Fundação do Desenvolvimento Administrativo), mantendo só a atribuição de capacitação de funcionários na fundação Seade", declarou o governador.

"Nós estamos cautelosos. Há uma deterioração do quadro econômico em nível nacional, isso é perceptível, a arrecadação é menor que o esperado e nós não queremos cortar investimento", justificou.

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