A voz Celeste

iG Minas Gerais |

Saudações celestes! Véspera da nossa estreia na Libertadores, e quero transmitir meu sentimento. Espero que jogadores, torcedores, diretoria e cada cruzeirense ao alcance deste espaço leiam. Somos um clube de extrema tradição nacional e internacional. O Cruzeiro é a única e verdadeira seleção de uma nação de torcedores apaixonados, o grande bicampeão da Libertadores, bicampeão da Supercopa da América, campeão da Copa Master, da Copa Ouro e da Recopa Sul-Americana. A nossa camisa está na galeria dos gigantes do nosso continente. As cinco estrelas que levamos no peito refletem desde Malvinas até o Suriname. Queremos o tri! A Libertadores novamente erguida por um herói celeste, como fizeram Piazza e Palhinha em 76, e Gottardo em 97. Que cada pedaço de grama seja batalhado com suor e raça, pois esse é o verdadeiro espírito cruzeirense. Joguem por nós, e cantaremos por vocês!

A voz da Massa Saudações alvinegras! Não dá para pôr só na conta da falta de entrosamento a derrota do Galo para o América, no último domingo. Que o time não tinha nenhum conjunto, deu pra ver claramente, mas daí a sofrer uma virada, tendo um homem a mais em campo, são outros 500. Acho que houve motivos mais práticos que a mera falta de entrosamento. A ruindade de Emerson Conceição, que eu não sei o que ainda está fazendo na equipe; a lentidão de André, que não conseguiu segurar uma bola sequer no ataque; a apatia do Cárdenas, que passou totalmente despercebido na sua estreia; e por aí afora... Um escorregão circunstancial, a gente até deixa passar, mas dois erros seguidos por parte de um time como o Galo, montado para ganhar títulos, são preocupantes. Melhor o professor Levir ter uma conversinha com o grupo, antes que a situação fique fora de controle!

Avacoelhada Com um jogador a menos, de virada e gol merecedor de placa, a vitória sobre o rival ficou ainda mais emocionante. Ainda assim, os erros na saída de bola do Lorenzi, no primeiro tempo, a improdutividade ofensiva do Henrique e as poucas finalizações de Rodrigo Silva são desempenhos com necessidade de melhoria. Embora tenha falhado no lance que originou o pênalti, Patrick foi bastante participativo. Thiago Santos achou a posição de típico camisa 5 marcador, sem a pretensão de ser o segundo volante, que joga de uma intermediária a outra. Mancini procurou o jogo pelos lados, mas faltou trocar passes qualificados e progressivos com Lorenzi e Henrique. Felipe Amorim tem bom domínio de bola, mas precisa ter ambição de artilheiro. A partir do momento em que a tática deixou de ser espelhada, Bryan se destacou pelas assistências e pelo golaço marcado.

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