Cruzeirenses não temem altitude de Sucre e almejam estreia com vitória

Volante Henrique lembra que a Raposa já bateu os bolivianos, fora de casa, pela competição continental

iG Minas Gerais | DA REDAÇÃO |

Henrique já se habilita a atuar como segundo volante e executar uma movimentação semelhante a de L. Silva
Nalu Rosa/LightPress
Henrique já se habilita a atuar como segundo volante e executar uma movimentação semelhante a de L. Silva

Após mais uma vitória pelo Campeonato Mineiro, contra o Boa Esporte, no último sábado, o foco do Cruzeiro está na estreia pela Copa Libertadores. Na quarta-feira, a Raposa joga contra o Universitario de Sucre. Na cidade boliviana, os jogadores terão de encarar uma altitude de 2.800 metros. 

O preparador físico do clube, Juvenilson de Souza, afirma que o grupo está preparado para encarar o desafio na Bolívia. 

"Sucre não é tão alto assim. Temos uma ideia de que faremos na temporada cerca de 75 jogos, este será o único em altitude. O elenco está bem preparado para qualquer dificuldade e sabemos que jogar lá pode existir efeitos sobre o físico e até o emocional. Temos que nos preocupar mais com o adversário, estamos ciente das adversidades. Estamos bem preparados", afirma o profissional. 

Jogar em Sucre não é novidade para o volante Henrique. Em 2009, a Raposa bateu os bolivianos por 1 a 0. E ele se apega a essa experiência para voltar a fazer bonito na estreia pela competição continental. 

"O time está evoluindo, vamos para Sucre para fazer um bom jogo. É sempre diferente jogar na altitude. Quando estive lá, vencemos, foi uma experiência boa. Temos que estar preocupados em mostrar o nosso futebol", disse o volante.

Ele também entende que o resultado positivo contra o Boa, ao vencer por 3 a 0, no último sábado, dá mais moral ao grupo na Libertadores.

"A vitória sempre fortalece e nos dá mais confiança. O que não pode faltar em Libertadores é empenho, luta, dedicação, sabedoria e equilíbrio. Quando estive em Sucre, não senti tanto, em Potosí sim. Sentir a altitude depende muito, até mesmo do que vai acontecer no jogo. Não podemos nos preocupar com isso, temos que tentar tirar isso da cabeça, até para quem nunca foi lá ficar achando que é um bicho de sete cabeças. Quanto menos falarmos disso, melhor. A cada jogo, nosso futebol vai fluindo, vamos evoluindo e ficando mais soltos. temos que ir tranquilos para Sucre", completou o volante. 

A Raposa está no Grupo 3 da competição internacional. Além de enfrentar o Universitario de Sucre, vai jogar contra o Huracán-ARG e o Mineros de Guayna-VEN.