Mauro Werkema - presidente da Belotur

iG Minas Gerais |

Qual avaliação o senhor faz do Carnaval de Belo Horizonte? A primeira conclusão é que o Carnaval se insere nos grandes Carnavais das capitais brasileiras, cada um com sua característica. O de 2015 foi o maior evento da história da capital mineira.

Os grandes responsáveis por essa festa são os blocos de rua. Como o senhor enxerga esses blocos?

O atrativo desse Carnaval foi a festa de rua, que é espontânea, familiar ou tribal, mais segura, alegre, e com o melhor custo-benefício para participantes e órgãos públicos.

A prefeitura está se apropriando do Carnaval criado e organizado pelos blocos? Não. O Carnaval é do povo, tendo como atores principais os blocos, as escolas de samba, mas também a PM e a prefeitura. Diferenciamos eventos de bloco de rua, que são uma manifestação carnavalesca espontânea. Essa característica tem que existir.

Como evoluir? Talvez comecemos a monitorar os dez blocos mais cheios. Achamos que tenha que se criar uma regulamentação de eventos. Mas eu já estou esgotado para tudo isso. (LC)

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