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Paulo Dalagnoli encara com desenvoltura o exibicionista Lírio de “Malhação”, trama adolescente da Globo

iG Minas Gerais | raquel rodrigues |

“Essa temporada foi planejada. Foi um investimento que teve um custo considerável, mas que deu um bom retorno”
Isabel Almeida/czn
“Essa temporada foi planejada. Foi um investimento que teve um custo considerável, mas que deu um bom retorno”

Paulo Dalagnoli realizou um velho sonho ao entrar em “Malhação”. Desde criança, o ator acompanhava a trama e já havia feito teste para a temporada anterior. Entretanto, só agora a sorte lhe sorriu. Antes do começo das gravações, ele passou por uma preparação durante um mês com aulas de expressão corporal, canto e acompanhamento com uma fonoaudióloga, ao lado dos companheiros de cena.

Interpretando o exibicionista Lírio, Paulo vê que o entrosamento do elenco com os personagens, antes mesmo da estreia, foi um fator determinante para o sucesso da novela. “Essa temporada foi muito planejada. Foi um investimento que teve um custo considerável, mas que deu um bom retorno”, relata.

Inicialmente cotado para ser o vilão, Paulo viu seu personagem se transformar apenas em um garoto sem noção. Apesar de saber que Lírio pensa mais em si do que nos outros, o ator não vê as imperfeições do personagem como atos de vilania. “Enxergo Lírio como um jovem que está querendo o espaço dele e a maneira de conseguir é mostrando o corpo. Acaba se tornando engraçado”, pondera.

Nas cenas de Paulo, é comum ver o personagem tirando a camisa. Por conta disso, o ator é sempre questionado nas ruas se pode mostrar a barriga pelas admiradoras, que vão de adolescentes a senhoras. Embora inusitada, a situação o diverte, pois leva tudo na brincadeira. Aliás, Paulo ressalta que a intenção da direção da novela é que ele faça o Lírio de forma caricata. “Desde o início, eles me passaram que seria um personagem puxando para o Johnny Bravo”, explica.

Preferências  

O que falta na TV: Investimento na parte tecnológica O que sobra na TV: Humor escrachado Ator: Tom Hanks Atriz: Meryl Streep Com quem gostaria de contracenar: Wagner Moura, Osmar Prado, Antonio Fagundes e Fernanda Montenegro Filme: “O Poderoso Chefão”, de Francis Ford Coppola Livro: <MC>“O Menino do Pijama Listrado”, de John Boyne Autor: <MC>Gilberto <EM><QA0> Braga</MC> Diretor: <MC>Pedro <EM><QA0> Almodóvar

 

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